U2

Ah, videoclípico.

“Midnight Mover”, Accept (1985)

Imagem de Amostra do You Tube

“Astronomy Domine”, Voïvod (1989/1990)

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“Even Better Than the Real Thing”, U2 (1992)

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Claro que o do Accept roda na horizontal. 6 erros pra ele, tudo bem.

Mas vão indicados, de todo modo, pra quem não sofrer de labirintite.

Era uma vez o ano de 1996.

No qual a maior banda de heavy metal estadunidense do mundo resolveu “ousar” e lançar álbum atípico

  • cujas fotos em contracapa e encarte precário (apenas com tecos das letras) os mostravam de cabelos curtos, visual andrógino e alguma fumaça
  • de título e capa que aludem a porra (meio obra dum artista plástico com tal conotação. Ou feita originalmente com esperma de verdade, não lembro bem) e trocadilho sexual
  • título e capa estes acompanhados por momentos “chocantes” do baterista sair beijando na boca o guitarrista funcionário do mês pra quem (não) quisesse ver
  • de orientação, assim como no álbum atípico seguinte (lançado de sobras deste), estranha e assumidamente adotando postura “seguidores, não líderes” de emular o U2 da fase “Achtung Baby” e “Zooropa” (feito das sobras daquele). Tão fiéis à horda do Bono, que o fotógrafo do encarte – Anton Corbijn – era o deles. Fora o chupim descarado, vide acima
  • em que os singles pareceram escolhidos a dedo pra IRRITAR os fãs das antigas – vide “Until It Sleeps”, “Hero Of the Day” (descarada e pateticamente grunge), “Mama Said” e “King Nothing” (esta, um pouco menos) – o que acabou ofuscando outros sons medianos e pesados do disco

1996, em seu dia 4 de junho, foi o ano do lançamento de “Load”, o álbum mais controverso do Metallica fora “St Anger”, “Reload”, “Metallica” (‘black album‘ o cacete!), “… And Justice For All” e até o recente “Death Magnetic”.

Transplantando pauta cronofágica do Thrash Com H para cá, lanço a pergunta:

O que ficou?

Que bom que alguém de renome pronunciou-se sobre isso. Que é coisa que há muito tenho comigo mesmo, e aproveito o ensejo pra transformar em post aqui no Exílio Rock.

A declaração pra Reuters, citada no UOL, de Brian Johnson, do AC/DC, em matéria intitulada “Líder do AC/DC manda roqueiros pararem com sermões de caridade”.

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Que uma parte copio abaixo:

SYDNEY (Reuters Life!) – Os roqueiros anglo-australianos do AC/DC têm uma mensagem para os roqueiros decididos a fazer o bem: parem de pregar sermões ao público sobre doar dinheiro para caridade.

Em entrevista ao jornal australiano “The Daily Telegraph”, o vocalista da banda, Brian Johnson, disse que as pessoas não querem celebridades ricas, como Bob Geldof e Bono, lhes dizendo para pensarem em crianças morrendo de fome.

“Eu não fico mandando todo mundo dar dinheiro — nem todo o mundo pode”, disse Johnson, cuja banda recebeu o primeiro Grammy de seus 37 anos de carreira no último fim de semana — o de melhor performance de hard rock, pela canção “War Machine”.

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