Sandy

O que esperar de alguém tornado – tornada? – NADA após:

  • ter caído em desuso após término de dupla cover de country pop estadunidense com o irmão boiola?
  • ter tido seriado global dominical (revelador do magnânimo Marcos Mion!), novela das 6 e filme pra protagonizar?
  • ter tentando voltar aos holofotes lançando disco próprio e autoral, sem Shania Twain? Fora irreparável: alguém reparou?

Ah, que aceitasse algum convite pra Playboy. Posasse pra Sexy. Ou pro site Paparazzo. No entanto, DINHEIRO não é pobrema pra MUSA DO CARNAVAL 2011, a insossa, insípida, inodora e anódina Sandy.

E aí, precisa voltar ao mercado. O que fez? Certamente PAGOU – papai pagou – pra ser a musa em camarote carnavalesco da cerveja mais “Devassa” da praça.

Deveria era, conforme minha esposa soprou, ter mandado currículo pra Catho On Line.

Premissa básica deste post: o Sepultura sem o Max ñ existe.

(se quem lê discordar, melhor nem ler o resto)

Tentaram até existir, em vão: de minha parte, desisti no “Nation”, adquirido a 10 real usado, e que ainda penso mal ter valido 10 centavos.

Da parte da mídia metálica daqui, a paciência foi até grande: entretanto, parece-me que com os recentes conceituais – o do Inferno de Dante e o da Laranja Mecânica – vem resultando é algum respeito pela história e nome, que considerações mais interessadas. INDIFERENÇA, manjam? Continue lendo

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