Metallica

Coisa rara no rock é alguém, ou banda, que funda um novo estilo ou estética. No heavy metal, tanto quanto, ou raro ainda mais.

Mas eis que nos 80′s um bando de branquelos alemães conseguiu o feito, cruamente de início, mas daí azeitando melhor a mistureba de Judas Priest + Iron Maiden (a Rock Brigade adorava chamá-los de “filhotes do Maiden“), andamentos emprestados do Metallica véio + pitadas de Rainbow e de Queensrÿche, cortesia esta, por sua vez, do vocalista canário do reino juntado ao bando, ave raríssima no estilo até hoje.

Não os culpo pelos imitadores beócios – Stratovarius, Edguy, Sonata Arctitica – que tudo fizeram pra diluir a receita. Tanto quanto os imitadores boçais destes, e seus vocalistas ridículos, que tornaram o metal melódico música de parquinho.

Disco clássico que teria ainda a 2ª parte lançada no ano seguinte…

“Keeper Of the Seven Keys – Part I”, 25 anos depois, o que legou?

Puta banda, ótimos sons.

Pra mim, de 2 primeiros álbuns – “Garbage” e “Version 2.0″ – obrigatórios.

Produção acima da média, cortesia dos marmanjos do Garbage serem também produtores.

Riffs aos cântaros. Legais, grudentos. Até Metallica já fez cover. E tal.

Imagem de Amostra do You Tube

E não, não curto por achar a Shirley Manson gostosa. Não mesmo.

Óbvio por si só. Ou nem?

Imagem de Amostra do You Tube
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Talvez a se reparar apenas a mancada de Kid Vinil ainda não ter metido (ui!) um processo em Lars e companhia!

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