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VIDEOCLIPE DE METAL, ORAS BOLAS!
Grim Reaper já foi homenageado, Meshuggah recomendado. Eis o momento de falarmos/revermos outro videoclipe antológico de heavy metal.
“Balls to the Wall”, do Accept. Que tal?
Com descrição apurada, para que ninguém fique boiando – tipo final do “Lost” – em significados que não existam:
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Ao surgimento do relógio, recorrente durante o vídeo, porque também rodando ao contrário, a tendência é nos debatermos em interpretações e/ou alusões filosóficas atrozes, não fosse a COREOGRAFIA memorável surgida: não um guitarrista apenas na tela, mas outro que surge por detrás. Para daí surgir o baixista!
Momento sublime que muito tr00 jamais ousaria chamar de poser.
Os sujeitos vão abrindo as pernas, a bateria entra (na intro que o Manowar copiou mas não falou pra ninguém) e… cáspita, deixaram o filho de 5 anos de idade do diretor entrar no set? E ainda por cima camuflado? Ah, é o sisUdo!
Que por volta de 1′23″ tem guitarra encaixada na cabeça: será que tiveram que ensaiar muito essa?
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A bola demolidora destrói uma parte do relógio… que mensagem subliminar desejaram passar?
Ah, de qualquer modo, aquilo que a bola não detona os headbangers detonam headbangueando. Alguma crítica implícita à truezice feroz e bitolada, ou elogio descarado à tenacidade e FORÇA do público heavy?
E a câmera vai chegando perto, MUITO PERTO, do zoiUdo, que só assim fica grandão, destacado. Guitarristas e baixista saem do quadro, meio pra garantir eheh
E os headbangers seguem batendo cabeça, segurando (modo de dizer) as pontas. Alguma propaganda subliminar de aspirina? Bão, banda alemã… Bayer, farmacêutica alemã… se é Bayer, é bão… se é Accept, por que não?
E a câmera voltando aos sujeitos tem uns respingos… Tudo isso de PERDIGOTO, ou o quê?
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As “cordas” voltam, os headbangers também. Insistentes, coesos, invencíveis. O relógio insistindo em aparecer: algum recado indireto do diretor, talvez insatisfeito em ter perdido valioso tempo (que não mais volta) com a banda?
Os heavies vão consumando o rito iconoclasta, o baixista não pára de socar o ar (incentivo?), e a essa altura começo a temer, com tanta perna abrindo cada vez mais, por alguma HÉRNIA nos caras. E em mim: melhor eu parar de imitação empolgada, ficar só no digitar.
A parede é destruída, os heavies embaixo sem soterramento: prova da força do METAL. Os mesmos saem ilesos dos escombros, com saibros e ripas na mão. Medo.
Volta o foco à banda: o guitarrista mal se conforma, e procura consolar o buxUdo. Afago, cafuné, beijinho… talvez o pirralho assim consiga dormir à noite em meio a tamanha desolação.
A câmera os foca e parece mais molhada. Por volta de 4′01″, microfone e pedestal, à esquerda, desabam sozinhos. Muito medo. E a horda jeans cada vez mais perto…
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No que, chegando ao fim, parecem dar ao pelUdo a chance de fugir a tempo do perigo. O põem na bolona, e vamos nessa. Mas com microfone?
E pior… balançando a bagaça pro lado errado!!
E até hoje permanece a dúvida acerca de o verdadeiro pançUdo ter morrido ou não pelo metal.
FIM.
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