Porque andei reouvindo nos últimos dias este aqui
Me ocorreu que há 21 anos o álbum de Scott Travis e seus amigos é aclamado com toda a sorte de clichês, devidos e merecidos, tais como:
“Petardo”
“Clássico”
“Disco de cabeceira”
“Obra-prima”
“Memorável”, e coisas do tipo.
Me ocorreu cunhar um novo epíteto a “Painkiller”, também a ver: parece um greatest hits.
E daqueles greatest hits com uma musiquinha obscura, ou lado b, no final, que pra mim é “One Shot At Glory”, e tudo bem.
…
Alguém mais viu essa?
Confirmado show do Rob Halford, com banda Halford (que se supunha – ou apenas eu supunha? – hibernando) num lugar como o Carioca Club?
Não que eu ache que tivesse que ser em estádio, nada disso: a última vinda do Judas (novembro de 2008), no Credicard Hell mostrou que 2 dias de show foram redundantes. Fui no 2º dia, e tanto eu como a Patroa pudemos andar livremente pela pista: daria até pra ter andado de Harley Davidson ali dentro. Apesar do bom show.
Mas nesse Carioca, que assumo não conhecer, mas me disseram ser BEM MENOR?
Acho estranho.
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A não ser que o ibope do Judas Priest e, por extensão, do Halford, estejam realmente em baixa. A não ser que o Rob Halford ainda nem esteja sabendo disso. A não ser que não role é nada, e na última hora haja cancelamento.
A não ser que eu queime a língua e aconteça mesmo. Mesmo em lugar menor. E mesmo nisso que parece ser ÚNICA DATA confirmada.
Por ora, só me parece ser algo a render MUITA discussão.
…
Que a Veja seja a revista de maior circulação do país e, portanto, a de mais leitores (será mesmo?), por muito tempo eu jamais entendi.
Até formar uma hipótese a respeito: sendo a maioria da população gente pouco crítica e conservadora, nada mais natural abundarem leitores que consumam OPINIÃO TRAVESTIDA DE INFORMAÇÃO, como faz a citada revista.
Questão de adequação de produto a seu público-alvo, enfim.
Não generalizo: até existem articulistas interessantes (e não o Diogo Mainardi) por ali, com espaços DE FATO dedicados a opinião. Aí tudo bem.
E nem me estenderei em recordar momentos sensacionalistas da revista, como o mais consagrado/recordado, daquela capa apelativa com o Cazuza de trocentos anos atrás: fico só na da morte da Cássia Eller, dada como ocorrida por overdose que, quando não confirmada, não deram nova capa retratando. (Se o fizeram, o foi em 3 ou 4 linhas nalguma página perdida). Continue lendo



































