Que a Veja seja a revista de maior circulação do país e, portanto, a de mais leitores (será mesmo?), por muito tempo eu jamais entendi.
Até formar uma hipótese a respeito: sendo a maioria da população gente pouco crítica e conservadora, nada mais natural abundarem leitores que consumam OPINIÃO TRAVESTIDA DE INFORMAÇÃO, como faz a citada revista.
Questão de adequação de produto a seu público-alvo, enfim.
Não generalizo: até existem articulistas interessantes (e não o Diogo Mainardi) por ali, com espaços DE FATO dedicados a opinião. Aí tudo bem.
E nem me estenderei em recordar momentos sensacionalistas da revista, como o mais consagrado/recordado, daquela capa apelativa com o Cazuza de trocentos anos atrás: fico só na da morte da Cássia Eller, dada como ocorrida por overdose que, quando não confirmada, não deram nova capa retratando. (Se o fizeram, o foi em 3 ou 4 linhas nalguma página perdida). Continue lendo