Ainda sobre a volta do Black Sabbath.
Um presunçoso recado aos srs. Tony Iommi, Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward:
- Se por algum motivo, sobretudo físico, dos srs. Osbourne e Ward (turnê “Reunion” duns quase 15 anos atrás já tinha Mike “backup” Bordin subindo ao palco eventualmente pra terminar o show por ele), as coisas não forem tendo aquele FÔLEGO todo
- Ou o tal disco novo não emplacar
Sugiro colocarem isto aqui pra tocar
… e mandarem ver no playback!
Sabe-se que Ozzy jamais decoraria tanta letra. Mas pra ele seria mais fácil lidar: encham-no de baldes d´água e o instruam a mostrar a bunda adoidado e a perseverar com os “we love you all”, “are you fucking crazy?” e “we can’t fucking hear you” de sempre. Ninguém haveria de reparar.
Eu e mais uma meia dúzia repararíamos. Mas pelos outrora digníssimos e precursores serviços prestados, me comprometeria a guardar segredo, fechar o bico, quebrar esse galho, tudo bem?
…
Ano que vem será o último, em MUITO tempo, em que se poderá brincar com dia, mês e ano iguais para eventos especiais. Não me pareceu uma brincadeira tão praticada assim, que só me recordo do “Christ Illusion” (Slayer com Dave Lombardo de volta) lançado em 6 de Junho de 2006 (6 – 6 – 6).
Todo modo, o 11 de 11 de 11 será lembrado como o do anúncio até previsível da volta do Black Sabbath original. (Acho curiosíssimo serem das poucas bandas antigas em que ninguém morreu ainda). Pra disco novo (que amigo fanático – salve, Inácio! – afirma estar gravado já há 10 anos) e turnê, que vai que passa por aqui. E que não sei se irei.
Postava a esse respeito no meu blog solo, o Thrash Com H, semana passada, no sentido de não me agradar a junção decrépita de alguns integrantes – sobretudo Ozzy Osbourne e Bill Ward, há muito jogando a prorrogação e, bobear, nem indo pros pênaltis – e termos algum show até memorável (seríamos um público demasiado respeitoso com seus velhos ícones?), mas de músicas antigas executadas uns 15 TONS ABAIXO e ainda mais lentas que a lentidão sabbáthica consagrada.
Nomes aos bois: na tal turnê geradora do dispensável barra caça-níquel “Reunion”, lembro haver lido – já nem lembro onde – que Ward já não agüentava o tranco. (Motivo esse, inclusive, de sua exclusão do Heaven And Hell). Tanto que o Mike Bordin (ex-Faith No More e Ozzy) parece ter excursionado junto, como backup atrás do palco, assumindo a bateria nuns sons ao longo da tour.
Qualquer modo, tenho muito o que pensar até que a data, lugar e preço sejam anunciados.
O que faço aqui hoje é aproveitar o ensejo pra postar um vídeo do Gov’t Mule executando “War Pigs”, dum modo não tão absurdo como fez o Faith No More anos atrás, mas com um feeling impressionante e uma veia blues destacada no som, que acho interessantíssima.
Tem um baixista perdido ali no meio, que é o Jason Newsted, o 2º cara melhor relacionado no heavy metal, que na época já havia largado o Metallica na mão pra dar… em quê??
E o vídeo é dum dvd pra lá de extenso (mais de 3h de duração) da banda southern, “The Deepest End” (de 2003), que conta com uma caralhada de baixistas convidados – incluídos ainda Roger Glover (tocando com eles “Maybe I’m a Leo”, do Deep Purple) e Les Claypool, do Primus. Duma época em que os caras excursionaram um tanto rendendo tributo a seu falecido baixista, Allen Woody.
Coisa fina pra quem se deslumbrou com Lynyrd Skynyrd no SWU, ou pira com Allman Brothers (donde Haynes e Woody saíram pra fundar o trio) e que em internet se acha, se baixa, se vê. Bastando querer.
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Videoclípico novamente.
Black Sabbath – “Feels Good to Me” (1990)
Blown Jobvi – “Always” (1994)
Casos de videoclipes com historinhas – aqui IDÊNTICAS – dos quais mantenho convicta birra por conta daquelas tranqueiras chatonildas legadas por David Lee Roth.
E que menos mal não se tratar de plágio sonoro, ou ter-que-se-ia acionar a ONU, a OTAN, a SUNAB, sei lá!
E que me levanta uma dúvida: caso de plágio em videoclipe rende processo ou nem?
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