Semana passada comprei isto aqui a 10 contos (R$ 9,90), na Lojas Americanas.
E nem reparei bem se tratar de lançamento do tal Coqueiro Verde, selo que vem desovando materiais meio duvidosos – shows claramente passados em dvd de vhs sem tratamento, ou o dvd “Lemmy 49% Motherfucker, 51% Son Of a Bitch” lançado porcamente sem o cd bônus da versão gringa – mas também por crer que o material seria de responsa.
Ian Gillan ainda não estava total vergonha alheia – a despeito duns momentos forçados de (falsa) empolgação – neste show ainda não tão recente, nem tão antigo, do ainda não totalmente descaracterizado Deep Purple (só em “Highway Star”, que DEVERIAM parar de tocar), o set-list é legal e Jon Lord grisalho ainda valia como atração.
Também deu pra relevar ser da Coqueiro Verde o fato de conter uns extras: behind the scenes, videoclipes meio toscos (todos setentistas) e, sobretudo, legendas em PORTUGUÊS e em INGLÊS pra tudo – exceto nos videoclipes – até mesmo nas letras das músicas, não só nos comentários chôchos entre sons do vocalista clone de Bill Murray.
Certamente derivados dalguma 1ª prensagem do dvd, que deve ter sido por outro selo.
E que é ponto que me deixou pensando: interessante quando surgiu o dvd como “novidade”, que tudo quanto era lançamento tinha legenda pra tudo (num meu do Blackmore’s Night, legendas até em russo), montes de extras e até encartes caprichados.
Tudo bem que só eu devo comprar dvd ainda hoje. Mas os selos – mesmo os majors – não vêm mais fazendo tanto esforço pra que eu (e uma meia dúzia outra, vai) ainda os adquira: faltam legendas, menus, inexistem encartes e a Lei do Mínimo Esforço tomou conta.
Tomara que ao menos tais mixórdias custem mais barato em saldões futuros…
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Negócio. O videogame hoje em dia é antes de qualquer coisa um grande negócio, que movimenta cifras bilionárias ao redor do mundo, sacode a economia e emprega um exército de gente.
A E3 de 2010, maior feira de games do mundo, veio apenas confirmar essa tendência mundial com números bem impressionantes.
Os esforços das grandes companhias em focar nos games não se limitam apenas aos jogos e ao hardware, mas passam pelas próprias inovações tecnológicas que abrem novas frentes de mercado. Na E3, o trio-de-ferro Sony/Microsoft/Nintendo mostrou que seus investimentos milionários vieram para mudar os rumos do mercado mundial de games nas duas novas frentes de atuação: a tecnologia 3D e os controles de movimento.
Videoclípico.
“In My Dreams With You” – Vai (1993)
“A Dying God Coming Into Human Flesh” – Celtic Frost (2006)
Tá certo que não são tão iguais como me pareceram muitíssimo tempos atrás. Mas a partir do 2º minuto do 2º, creio até dar pra brincar…
Certamente também que com o som desligado fica (até) (mais) interessante. Mas ficaria (ainda) mais interessante se alguém fizesse a brincadeira de jogar o áudio de um no vídeo do outro. E vice-versa.
eheh
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