Opinião

A nota é vaga e típica do whiplash (citando alguém, que leu nalgum lugar e/ou copiou dum outro), e periga revelar-se boato de babacas on line de criatividade mal dirigida (ou nem), mas vamos lá:

Yngwie Malmsteen: virando dinheiro na terra natal?

Com objetivo de reduzir o número de moedas em circulação no mercado, o governo sueco lançará novas notas. Um dos nomes especulados para ilustrar as cédulas é o do guitarrista Yngwie Malmsteen.

O anúncio oficial sai no próximo mês.

Algumas especulações capitalistas de boteco que me ocorreram a respeito:

  1. para ser coerente, o governo sueco deveria mudar também o nome da moeda. De Coroa Sueca pra “Bululu”. E desenharem o Ritchie Blackmore no verso
  2. para honrarem verdadeiramente o homenageado, poderiam cunhar as cédulas no tamanho imbecil das células novas morféticas por aqui, aquelas que mal cabem na carteira
  3. “moeda forte” talvez não se tornasse. Quem sabe, uma “moeda fortinha”
  4. tendo em vista o episódio constrangedor do “Star Spangled Banner” por aqui uns anos atrás, será que o obeso mórbido se lembrará de ter nascido na Suécia?
  5. “reduzir o número de moedas em circulação”… Curioso, pitoresco e insólito um texto que contém juntas as palavras “Yngwie Malmsteen” e “reduzir”. Fosse ao menos algum laxante novo no mercado…
  6. realmente ignoro se os suecos têm o costume de dar balas de troco no lugar das moedas que faltam. Porém, como se trata de tirar moedas de circulação, poderiam as padarias e lojas de conveniência por lá oferecerem PALHETAS de troco a cada Bululu gasto

Bem, antes ele que homenagearem aquela boy band embusteira do Hammerfraude!…

O que esperar de alguém tornado – tornada? – NADA após:

  • ter caído em desuso após término de dupla cover de country pop estadunidense com o irmão boiola?
  • ter tido seriado global dominical (revelador do magnânimo Marcos Mion!), novela das 6 e filme pra protagonizar?
  • ter tentando voltar aos holofotes lançando disco próprio e autoral, sem Shania Twain? Fora irreparável: alguém reparou?

Ah, que aceitasse algum convite pra Playboy. Posasse pra Sexy. Ou pro site Paparazzo. No entanto, DINHEIRO não é pobrema pra MUSA DO CARNAVAL 2011, a insossa, insípida, inodora e anódina Sandy.

E aí, precisa voltar ao mercado. O que fez? Certamente PAGOU – papai pagou – pra ser a musa em camarote carnavalesco da cerveja mais “Devassa” da praça.

Deveria era, conforme minha esposa soprou, ter mandado currículo pra Catho On Line.

Duas lembranças recentes entrecruzadas:

1) post antigo aqui pelo Fórum, onde se perguntava barra discutia sobre Frank Zappa. E em que com minha entrada na conversa – como sempre – o papo miou, não sem eu ponderar acerca de “Ship Arriving Too Late to Save A Drowning Witch” ser minha capa favorita em todos os tempos

2) semana passada lá no Thrash Com H, uma discussão ora surtada ora engraçada sobre o Torture Squad descambando pra lembranças de bandas que “ficaram pelo caminho”, como o Disarmonic Orchestra

Uma e outra coisa somada na minha cabeça, me fez lembrar da MELHOR CONTRACAPA DE DISCO DE TODOS OS TEMPOS, pra mim. Esta aqui dos austríacos:

O disco, “Not to Be Undimensional Conscious”, é daqueles tão diferentes barra esquisitos barra ruins, que se tornam até bons por isso. (E eu obviamente recomendo). Teve videoclipe de “Groove” passando no Fúria Metal. E foi lançado em vinil por aqui pela Rock Brigade, em época prévia à onda exagerada de “super lançamentos” revolucionários em cd do selo, sempre a ocupar páginas de anúncio de catálogo na publicação.

Época de que se pegarmos as revistas agora para vermos que bandas “vingaram” a posteriori, provavelmente ficaremos estarrecidos com o monte de coisa de que nunca mais se ouviu (falar).

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