Arquivo da categoria ‘Opinião’
SINCERIDADE ATROZ
Acredito ninguém por aqui ainda ter romantismos acerca de “voltas” de bandas. Sobretudo “voltas triunfais”, que simplesmente inexistem.
Particularmente, os anos vêm me tornando cínico em relação ao assunto, de que já fui até mais radical (SER CONTRA tudo quanto é volta) a respeito… até aquele show do Carcass de 2 anos atrás, simplesmente arregaçante.
Show esse em que Jeff Walker, com desconcertante sinceridade, expôs a todos os presentes os (4) reais motivos daquela volta: “dinheiro”, “garotas”, “cocaína” e ajudarem Ken Owen, baterista ausente (embora presente no fabuloso cartaz da turnê) e ainda às voltas com fisioterapia e regime intenso de reabilitação, por conta dum avc ocorrido já há alguns anos.
Não desacredito de todo que, em meio ao pragmatismo da volta por grana, droga, status, muié, não possa também ocorrer alguma SAUDADE entre os envolvidos, que voltam a se falar, se desculpam por besteiras que causaram rupturas, etc. e tal. No entanto, se trata da volta do Soundgarden este post, que vem pra mim inaugurando outros elementos bastante explícitos e MELANCÓLICOS no assunto.
Daqueles de fazer o fã se sentir um filantropo querendo ajudar.
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A volta já vinha sendo anunciada desde ano passado, em que supostamente sairiam em turnê com os TIOZINHOS PRECOCES do Pearl Jam, algo duma logística razoável, uma vez contarem com os serviços do mesmísssimo estupendo baterista Matt Cameron. Mas não rolou.
Aí a gente vai às notas “Caras” dos whiplash da vida, e vê o Pearl Jam parando com shows por “tempo indetermidado” por conta do vocalista ir casar… Aí a gente vê essa volta tímida e manquitola, de lançamento de coletânea com som inédito (gravado mas não incluído no “Badmotorfinger”, de 1991) e duns 2 ou 3 showzinhos sem mega repercussão (até porque a banda nem parece ter sido tão incensada assim há 18 anos) que não a da dúzia de saudosos em catarse.
Aí vou ao Portal Rock Press e vejo a seguinte nota esclarecedora, desovada por uma – ex? – empresária dos redivivos:
SOUNDGARDEN: BANDA NÃO ESTÁ CONFIANTE SOBRE O RETORNO
Foi uma das reuniões mais aguardadas do ano mas, até agora, o Soundgarden tocou ao vivo somente 3 vezes: em 2 pequenos clubes e no festival Lollapalooza.
Em uma entrevista à revista Spin, Susan Silver, ex-mulher de Chris Cornell, disse que a única razão pela qual o vocalista decidiu se juntar aos ex-companheiros é o pouco sucesso de sua carreira solo.
“Chris já não tinha mais para onde ir. A carreira solo estava tão diluída que começou a mudar o seu comportamento. Mas fazer as pazes leva tempo, por isso é que até agora só fizeram um show num clube e um a nível nacional”, diz Silver, que foi também manager do Soundgarden e continua a representar bandas como o Alice In Chains.
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Fora considerarmos algum “fogo amigo” (cacete: empresária ex-esposa??), vá ser sincera e “tiro no pé” assim lá na puta que pariu!
Além disso, vi a seguinte nota whiplashica…
Soundgarden: baixista “sem casa” e “totalmente quebrado”
O baixista do Soundgarden, Ben Shepherd, revelou que está “totalmente quebrado” e tecnicamente sem casa, mesmo com a reunião da banda este ano.
Em uma entrevista para a Spin Magazine, o baixista confirmou que está tecnicamente sem casa após ter terminado com sua namorada e está dormindo em qualquer lugar que puder.
Quando lhe foi perguntado onde mora, ele disse: “Em lugar nenhum. Literalmente. Tenho dormido em sofás no estúdio e em casas de amigos. Estou totalmente quebrado.”
Shepherd também revelou a dificuldade que passou após a banda ter terminado, admitindo que se viciou em analgésicos. Ele disse: “Parecia que minha vida tinha acabado. O Soundgarden se separou; minha outra banda, Hater, se separou; minha noiva terminou comigo; e então eu quebrei três costelas. Me viciei em analgésicos, bebia em grande quantidade, e usei morfina. Fiquei deitado em minha casa por cinco dias, e ninguém sabia.”
No início do ano o Soundgarden anunciou planos para voltar à ativa após 13 anos. Também foi revelado que a banda unirá forças com a equipe por trás do jogo de video-game Guitar Hero, para firmarem um acordo em que a nova coletânea de hits da banda seja inclusa nas primeiras cópias de “Guitar Hero: Warriors Of Rock”.
Pra chegar a uma impressão:
* os caras voltaram (na verdade, estão TENTANDO voltar. E “The Day I Tried to Live” estranhamente não consta no set da turnê) porque, pelo jeito, são uns losers. Ainda mais losers que o Weezer, uns losers posers se comparados!
A não ser que isso seja tudo estratégia de marketing extravagante.
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CHEIRANDO A FAJUTICE
Alguém mais viu essa?
Confirmado show do Rob Halford, com banda Halford (que se supunha – ou apenas eu supunha? – hibernando) num lugar como o Carioca Club?
Não que eu ache que tivesse que ser em estádio, nada disso: a última vinda do Judas (novembro de 2008), no Credicard Hell mostrou que 2 dias de show foram redundantes. Fui no 2º dia, e tanto eu como a Patroa pudemos andar livremente pela pista: daria até pra ter andado de Harley Davidson ali dentro. Apesar do bom show.
Mas nesse Carioca, que assumo não conhecer, mas me disseram ser BEM MENOR?
Acho estranho.
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A não ser que o ibope do Judas Priest e, por extensão, do Halford, estejam realmente em baixa. A não ser que o Rob Halford ainda nem esteja sabendo disso. A não ser que não role é nada, e na última hora haja cancelamento.
A não ser que eu queime a língua e aconteça mesmo. Mesmo em lugar menor. E mesmo nisso que parece ser ÚNICA DATA confirmada.
Por ora, só me parece ser algo a render MUITA discussão.
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DIA MUNDIAL DO ROCK
Acho uma merda o Dia Do Rock, no que quem objetar por aqui “e eu com isso?” certamente terá toda razão.
Questão de opinião, já que acho RIDÍCULO o marco ser o dia do Live Aid há 25 anos.
O que o Live Aid teve a ver com Chuck Berry usurpado pelos roqueiros branquelos, com Elvis Presley morrendo afogado em colesterol e sedativos, com Jerry Lee Lewis catando a priminha menor de idade? Nada. Fora não ter legado absolutamente nada.
Acabou a fome na África por acaso? Nem.
Pra deixar de mau humor: até que teve show legal do Queen e do Black Sabbath com Ozzy. (Não vi, mas li a respeito). Mas alguém lembra disso? Lançou em dvd? Botou no You Tube?
Bah, então foi em vão essa merda mesmo.
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Só que a data, mesmo assim, não poderia passar em branco. Mesmo que pra nós todos aqui o “Dia do Rock” seja todo dia. E mesmo que algum comercialismo implícito à data ainda não tenha gerado o alvissareiro e compulsório costume de se presentear filhos e filhas com guitarras, baixos ou baterias.
(Deixaria de haver muito pagodeiro e sertanojo nesta terra desolada)
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E aí que, aliando as duas únicas coisas úteis da internet, que são 1) baixar música e 2) ver mulher pelada (fórum e blog são a 133ª e a 987ª coisas úteis), eis que desejo…
… um belo Dia Do Rock a todo mundo aqui!
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BIG FIVE to EIGHT
Enquanto assunto periga já estar caducando, mas tudo bem.
É sobre as polêmicas geradas pelo Big Four (Anthrax, Megadeth, Metallica, Slayer). Inclusive ali pelo Fórum: tem gente que tiraria uma ou duas bandas (pra mim, o Anthrax recorreu ao STJD pra entrar, devia estar fora), gente que se mataria pra ver isso realmente ao vivo (e não no cinema), gente que incluiria Exodus e/ou Testament (sempre os mais cotados entre os “cortados”) e etc.
No Fórum, teve até quem viajou na idéia dum Big Four brasuca!
Que eu acho que NÃO TEM 4 bandas realmente fodas do metal brasuca pra juntar num show: Sepultura e Franga (digo, Angra) tentaram e fiascaram, pelo que soube…
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Mas o que eu realmente acho é que falta algum empreendedorismo em se fazer um OUTRO Big Four. Aproveitando o embalo caça-níquel da nostalgia que vende que nem pão quente. Um Big Five to Eight: bandas do 5º ao 8º lugar, SEGUNDA DIVISÃO do thrash metal mesmo, num mesmo palco.
Pois e se um Big Four do 5º ao 8º por acaso contasse com:
Testament
Exodus
Kreator
Overkill
Poderia não lotar um Morumbi, mas estrumbaria um Canindé.
Poderia não entrar nem em cartaz num Cinemark, mas caso tocassem só na Bulgária, constaria entre os mais vendidos dos piratex próximos à Galeria.
E, pessoalmente, mais que os 4 decaídos principais (me dói falar isso do Slayer, mas…), me animaria em sair de casa pra assistir. Mesmo o Kreator, dentre esses, estando meio caído já há um tempo (faria a vez do Anthrax eheh). E com o bônus de curtirmos músicas novas TAMBÉM, não só velharias tocadas com tons atrás e esforço ou jams demagógicas.
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MITO ERRONEAMENTE CRIADO
Creio todo mundo por aqui ter idade pra ter lido a Rock Brigade nos 80’s.
Em tempo que talvez seja particular de cada um achar melhor que posteriormente (meu caso), e ainda melhor que nos tempos de hoje em dia, de publicação tornada zine bissexto e trôpego, léguas atrás dos tantos sites informativos disponíveis.
De tempo em que a coluna Banger News vinha em papel de jornal (pra ser cult?) no meio da revista, e em que o logotipo era mais tr00 e, portanto, mais condizente com o nome tirado de música do Def Leppard véio e ainda não babão e babado. E em que a numeração vinha em algarismos romanos!
Eram tempos de resenhas interessantes, por vezes prolixas, de Antonio Carlos Monteiro e de André Pompa Cagni. E de resenhas alvissareiras, por vezes exageradas – ah! – de lançamentos novos ditos clássicos (e que o “teste do tempo” posterior encarregou de apropriadamente revisar) de Dio, Deep Purple, Uriah Heep e Black Sabbath feitas por – oh! – Vitão Bonesso.
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Black Sabbath que atravessava a “fase Tony Martin”, momento mais subestimado, vilipendiado e outros ‘ados’ pejorativos, de sua trajetória, de álbuns como “The Eternal Idol” (que adoro), “Headless Cross” (que não curto) e “Tyr” (que odeio, mas ouço uns sons).
Tony Martin esse que considero dos piores vocalistas que ao vivo já tive desprazer de testemunhar. E ainda pior pela absoluta e ABSURDA falta de carisma.
Tem menos carisma, pra mim, que Blaze Bayley, Vince Neil e Derrick Green juntos.
O escopo do post é, afinal, relembrar e questionar o FATO de, nas resenhas oitentistas da Brigade, ele vir sempre citado, pejorativamente, como sendo um “Dio Cover”. Era mesmo?
Conversa fiada essa que engoli por muito tempo, sempre depreciando o sujeito pelo motivo errado. Motivos certos, aprendi, seriam (e são) os discos irregulares (o “Forbidden”, de sua 2ª passagem sabbáthica, jamais encontrei alguém que defenda), algumas músicas constrangedoras e, insistindo ainda nisso, os momentos completamente VERGONHA ALHEIA dele ao vivo. Em que estragava, sem nenhuma piedade, clássicos do Black Sabbath de outros vocalistas, e também de sua fase.
Quem esteve no Philps Monsters Of Rock de 1994 certamente lembra disso.
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Fica o vídeo de “The Shinning” e uma pergunta (a)final:
* de onde, por onde, por que devaneios diligentes e falsamente criativos, ou releases gringos porcamente traduzidos, se tirava a idéia de Tony Martin como “cover de Dio“?
Não me parece, hoje, que tivesse a ver.
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ECOCÔLOGIA
Notícia ecológica da vez, que vi no Yahoo ontem e da qual copio apenas parte por aqui por
1) destacar trecho que considero crucial;
2) não aborrecer quem lê com a prolixidade da coisa.
(falando sério: quem escreveu conseguiu ser mais prolixo que eu!)
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O link, pra quem quiser ler tudo é:
http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100615/saude/ambiente_clima_esp__cies
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E o teco de texto:
Fezes de baleia ajudam no combate ao aquecimento global
Ter, 15 Jun, 08h30
PARIS (AFP) – As baleias cachalote do Oceano Austral são aliados inesperados na luta contra o aquecimento global, por removerem o carbono equivalente ao emitido por 40 mil carros a cada ano graças a suas fezes, revela um estudo que será publicado esta quarta-feira no periódico britânico Proceedings of the Royal Society B.
Anteriormente os cientistas acusavam os cetáceos como culpados porque, na respiração, expiram dióxido de carbono (CO2), o tipo mais comum de gás de efeito estufa.
Mas esta era apenas uma análise parcial, demonstra o novo estudo.
(…)
Meu ponto, com este post é:
* questionar a VERACIDADE da notícia, com base nos copiosos dados oferecidos: se fala em merda de baleia aliviando a barra de 40 mil carros poluentes. E ainda mais, pra quem arriscar ler o texto todo: toda uma série de equivalências das mais precisas.
Dúvida: como chegam a essas conclusões os infelizes que, supostamente, realizaram o – fértil – estudo?
* e também levantar a seguinte bola: são citados periódicos científicos, universidades e cientistas. Na real: quem, usuário habitual de internet, irá atrás de informação pra conferir se de fato tal estudo procede?
Minha impressão é a de se tratar de mais uma PALHAÇADA CIENTÍFICA divulgada. Provavelmente com intuito de preservar baleias. Não haveria meio mais eficaz de fazê-lo, catso?
E o trecho que acima negritei, o faço citando Raul Seixas em “Todo Mundo Explica”. Em que ele dizia: “O que é que a ciência tem?/Tem lápis de calcular/Que mais é que a ciência tem?/Borracha pra depois apagar”.
Os “estudos anteriores” culpavam o exalar das baleias pelos danos ambientais. Agora, sendo menos “parciais”, as isentam, fora enobrecerem a merda delas. Quem é que garante que as informações são agora fidedignas, verossímeis, confiáveis?
Causas pra histerias atrozes, isso me parece que gerará.
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HØRDA
Ah, quanto da periculosidade do heavy metal nos últimos 10 a 15 anos não devemos aos nórdicos!… Aos finlandeses agorafóbicos, aos suecos aloprados e, sobretudo, aos noruegueses psicóticos e psicopatas.
Que às vezes, mais que com os sons e álbuns, causaram comoção e repulsa mundo afora com condutas edificantes tais quais: incendiar e profanar igrejas cristãs e cemitérios (e “Inner Circle“, pra mim, sempre foi coisa de horda – digo, banda – de reggae), assassinato de colegas/rivais de bandas, entre outras coisas envoltas em marketing macabro.
Falemos a verdade: não causa calafrios o suicídio do tal Dead ter virado capa de disco do Mayhem? Não proporciona ojeriza o racismo declarado dum Varg Vikernes da vida, que nem tentou aprender a tocar melhor enquanto ficou preso?
Coisa mais estranha o Mayhem ainda fazer show com integrantes se auto-mutilando ao vivo, ou metendo faca em cabeças de porco… Ou o tal Gorgoroth tendo tido dvd referente a show na Polônia, com mulherada pelada crucificada + encapuçada no palco, censurado.
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Entretanto, querem saber duma coisa? Tudo isso é tudo coisa de vendido. De cristão enrustido. De poser ridículo. De menininha mimada.
O vídeo abaixo é de horda mais antiga que todas as citadas e, se não exatamente mais blasfema, ao menos de mais culhão em perpetrar coisa desse calibre.
E sei lá se não também influenciador de arte de cd do Dimmu Borgir (vide encarte de “Death Cult Armaggedon”). Vejam:
Ah, e se você que começou a ver, viu de que se trata, trate de arrefecer alguma vergonha, alheia ou não, APENAS VENDO o vídeo: não precisa ouvir o som, beleza?
(que por aqui tem pouca gente que lê ou vê mesmo, e ninguém vai queimar teu filme te delatando pra nenhum tr00 da Galeria ahahah)
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DINOSSAURO RECUSA FOSSILIZAÇÃO
A letra a seguir é de faixa bônus do “Rapture Of the Deep”, o último (de recente) álbum de inéditas do Deep Purple, já deste século.
MTV
I was driving through the night
Into an endless tunnel of fog
When it dawned on me something was wrong
I was in a trance, hypnotised
Bored beyond belief
I was listening to the same old song
I know every lick, every word
Every nuance
I’m on first name terms with the crew
But I’d better get used to this poop du jour
Sure as hell they won’t play anything new
Oh yes I love you really
Classic Rock Radio
Oh my dear it’s time for bed
Time for you to go
Everyone is asleep
The pirates took to the water stole the charts
But sadly that didn’t go down well with those upstairs
Who require loyalty
The establishment considered
That the uncontrolled appreciation of music
Was a danger to royalty
The mighty empire roared
As Cash ‘n’ Everitt on the high seas
Looked like they’d get blown out of the water
They did of course eventually come ashore
As meek as mice or to be more accurate
As lambs to the slaughter
Oh yes I love you really
I stand to attention
Oh Fanny, I love you dearly
Something else I should mention?
You sweet thing
Let’s not talk about MTV
I don’t even want to start
I want to take a look at Classic Rock Radio
We’re talking about the state of the art
Mr. Grover ‘n’ Mr Gillian
You musta made a million
The night that Frank Zappa caught on fire
Could you tell us all about it
Keep it short and use my version
Or everyone out there’ll think I’m a liar
We can speak about bananas for one second
Just because I understand
You have to get them off your chest
But in the meantime while your talking
Could you do some more of these here ID’s
And then this station might maintain some interest
Oh yes I love you dearly
But why do you exist?
Oh yes I love you really
Is there something that I missed?
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E embora me soe suficientemente clara (embora insuficientemente inteligível) a respeito de que se trata, tive maiores esclarecimentos a respeito dela quando vi uma entrevista – não na Mtv ahah – de Ian Gillan dizendo-se irritado com entrevistas que a banda tem que dar a cada álbum novo lançado nas quais entrevistadores (revistas, sites, rádios) insistem em só quererem saber dos tempos de “Fireball”, “In Rock” ou de quando compuseram “Smoke On the Water”.
Deve ser um SACO mesmo: você lança um trampo novo – e pouco importa se irrelevante ou aquém dos lançamentos clássicos – e só querem saber do teu passado. A informação acaba ficando em 2º plano, em detrimento do vender nostalgia.
Que é o que o recente nicho de mercado roqueiro, do Classic Rock, faz afinal.
Isso posto, abstraio e estendo a questão para uma outra aresta e faceta da mesma letra e assunto: do quanto ENCHE O SACO ouvir rádio rock - e rádio de Classic Rock (nome aos bois: Kiss Fm) – e ouvir as mesmas uma, ou duas, ou meia dúzia, de sons de certas bandas.
Bandas como o Deep Purple, que têm uns 40 discos na bagagem, e de que se toca, quando muito, a mesma meia dúzia de 7 ou 8 sons. Com tanto som bom, não aproveitado… e até desse “Rapture Of the Deep”, a mim bastante convincente. E do qual nunca ouvi nada que não fosse aqui em casa.
Similar e curiosamente, vejo o mesmo ocorrendo com o Alice In Chains, banda não tão jurássica ainda, que voltou à ativa ano passado lançando o incrível “Black Gives Way to Blue”, mas de que se insiste em tocar sons apenas dos álbuns noventistas.
“Your Decision”, desse novo, até vem tocando um pouquinho. Ultimamente. Mas os outros 4 ou 5 sons de potencial radiofônico provavelmente serão tocados – se tornados “clássicos” – daqui uns 10 anos.
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Casos como os de Thin Lizzy e Jethro Tull então, vira covardia. Dos irlandeses raramente se ouve algo que não “The Boys Are Back In Town” ou “Jailbreak” – a não ser quando existindo pedido do público, em que algum devoto ousa fugir do óbvio – enquanto que dos segundos eu realmente ache ABSURDO que só se toque “Aqualung”.
Que é um som legal, de riff memorável e tudo. Mas, caralho, a banda ainda está ativa, com uns 25 álbuns, maioria acima da média (pra mim, que sou fã) e parece que só se conhece isso!!
Álbuns como “Minstrel In the Gallery” e “Heavy Horses”, pra ficar nos setentistas consagrados, acho até mais legais que o homônimo da faixa perseverada. E não fosse por isso apenas, os caras têm lançamentos oitentistas, como “Broadsword And the Beast”, “Crest Of A Knave” (ganhador daquele infame Grammy pra cima do Metallica) e “Rock Island”, ou mesmo o recentíssimo “J-Tull Dot Com” (1999), de pretensões comerciais assumidas. Não se toca porra nenhuma deles.
Bandas como Ramones, Black Sabbath, Queen e Rush escapam um pouco disso: têm lá cada qual sua dezena (dúzia?) de sons executados por aí; no entanto, Frank Zappa – de 60 álbuns lançados em vida – tem a mesma (chatinha) “Bobby Brown Goes Down” martelada, Dio tem lá umas duas ou 3 de sempre, e Led Zeppelin e o Pink Floyd uma meia dúzia: embora predominem as torra-saco “Black Dog”, “All My Love”, “Another Brick On the Wall, Pt. 2″ e “Wish You Were Here”.
Quem é que ainda agüenta?
Parece que muita gente, a julgar pela programação da Kiss e das poucas rádios rock (conheço ainda a 107,3 – finada Brasil 2000 – e ocasionalmente a Mitsubishi fm), que curtem ainda ouvir esses mesmos sons, dia após dia.
Desperdício isso, na minha opinião.
Por isso, o post vai em solidariedade a Ian Gillan e a todos os dinossauros ainda ativos que insistem em ser ouvidos: por que só Paul McCartney e Rolling Stones parecem ter habeas-corpus contra esse fenômeno?
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E a quem contra-argumentar que nem se ouve mais tanto rádio assim, apenas pergunto: é mesmo?
Porque aí então o dinossauro sou eu.
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ALL THEY NEED IS LOVE TOO?
Alguém lembra do Laser Disc? E do Magiclick? Da Bic 4 cores?
Na seara esportiva, alguém lembra de quando os jogos de vôlei duravam horas? Porque, pra se fazer pontos, existiam as “vantagens” anteriores a cada qual.
E aí, pra tudo isso (exceções talvez ao Magiclick e à Bic, que talvez ainda existam), olhando hoje, a pergunta que me fica é: SERVIRIAM PRA QUE ISSO, AINDA?
O mesmo penso eu da Igreja Católica.
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Que com milênios nas costas, vejo dividida entre a ÂNSIA de se atualizar, pra arrebanhar mais gente, e a CONVICÇÃO DÚBIA para com dogmas tatibitates.
Vez ou outra eles vêm com uns “perdões”. Como recentemente, que com quatrocentos e poucos anos de atraso, “perdoaram” Galileu Galilei.
Lembro haver lido na Folha De S.Paulo ano passado, dalgum movimento revisionista deles pra cima de Nietzsche. Que também era filho de “Deus”, né não?
A nova é eles estarem “absolvendo” os Beatles. Ah, pára!
(tirado do UOL)
Vaticano perdoa Beatles por mensagens “satânicas”
da BBC Brasil
O Vaticano elogiou os Beatles por ocasião dos 40 anos da dissolução da banda britânica, lembrados neste ano.
Em um artigo intitulado “Sete Anos que Abalaram a Música”, o jornal do Vaticano “L’Osservatore Romano” chamou o grupo de “joia preciosa”.
O texto lembra que, segundo alguns comentaristas, os Beatles divulgavam mensagens misteriosas, tidas por alguns até como “satânicas”.
“É verdade que eles tomaram drogas, viveram uma vida de excessos por causa do seu sucesso, e até disseram que eram mais famosos do que Jesus”.
“No entanto, ao ouvir suas canções, tudo isso parece distante e insignificante.”
“Eles podem não ser o melhor exemplo da juventude da época, mas não eram, de maneira nenhuma, o pior. Suas belas melodias mudaram a música e continuam a dar prazer”, diz o artigo.
Referindo-se à dissolução da banda em abril de 1970, o texto diz que “mais do que expressar tristeza pela separação deles, talvez a questão (a se refletir) deveria ser como a música pop teria sido sem os Beatles.”
Surpresa
Os elogios ao grupo britânico podem surpreender muitos católicos, já que a banda chegou a criticar religiões organizadas.
John Lennon causou grande polêmica em 1966 quando disse em uma entrevista à imprensa britânica que os Beatles eram mais populares do que Jesus.
“O cristianismo vai acabar (…) Eu não preciso argumentar, eu estou certo e isso será comprovado. Nós somos mais populares do que Jesus hoje em dia. Eu não sei o que vai acabar primeiro –o rock n’ roll ou o cristianismo.”
Há dois anos a Igreja Católica perdoou Lennon por este comentário. “A declaração de John Lennon, que provocou tanta indignação nos Estados Unidos, depois de todos estes anos soa como uma bravata de um jovem proletário inglês às voltas com um sucesso inesperado”, disse artigo publicado no “L’Osservatore Romano” em 2008.
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Para além do ridículo e do delay oportunista descarados, ponho pra debate umas questões:
1) se estão ainda nos 60’s, por que não absolver os Rolling Stones, bem mais malvados, satânicos e drogados? Talvez por estarem ainda na ativa?
2) se estão em busca de maior rebanho, estão atrás de fãs de Beatles? (Melhor que fossem atrás da torcida do América-RJ ou da Portuguesa). Não deveriam estar um pouquinho mais atualizados, e tentar converter fãs de Black Eye Peas, Shakira e outros descartáveis?
3) se nada disso trouxer mais fiéis, vão tornar Paul McCarney São McCartney, alguém duvida?
4) perdão mais anticristão, impossível: “absolveram” os caras, “absolveram” Lennon, mesmo não sendo gentes boas, nem bons exemplos à época. Arrogante e prepotentemente mordendo e assoprando a um só tempo.
5) de todo modo, uma coisa me soa certa: em pegando o “perdão”, beatlemaníacos e católicos teriam já uma Madalena filha da puta em comum, a compartilharem. Quer a chamem de Maria Madalena mesmo, ou de Yoko Ono…
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E se nada disso realmente der certo, em prol de maior arrebanhamento de otários, talvez fosse o caso de absolverem satânicos de verdade. Tipo o Venom, e ae?
Vai levar uns 600 anos pra rolar, isso se a mesma magna Igreja já não tiver virado seita secreta. Já headbanger e beatlemaníaco acho que continuarão existindo.
Já pensaram isto aqui entoado em uníssono na Missa do Galo?
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A minha primeira habilitação! Moto ou carro ?
“Primeira habilitação: moto ou carro?”
E agora? Quem aqui nascido no ano de 1980 já não ouviu essa pergunta do atendente da Auto-escola, ou como é mais pomposo falar, Centro de Formação de Condutores.
É a primeira pergunta que o auxiliar administrativo vai fazer a você, caro colega, que está pretendendo tirar a primeira habilitação, depois um “vai pagar como?” E por ai vai.
Você fica na dúvida! O que devo fazer? Pois eu vou ajudá-lo a resolver essa parada difícil!
Com meus doze anos de habilitação e oito de profissão como Instrutor de trânsito, estou mais que preparado para ajudar, não acha? E ainda tenho um carro e uma moto, vivo os dois lados da moeda.
Então vamos lá!
Quanto você pode pagar? Categoria AB, se tirada ao mesmo tempo, fica muito mais barata, mas a categoria A é a mais barata e mais rápida de tirar.
A favor do carro, a categoria B tem um fator importante: o aluno tem uma aula prática muito mais elaborada e deixa o futuro motorista mais preparado para o trânsito, já que anda na rua em todas as aulas. Na moto, aula só no pátio.
Você pode comprar um carro DECENTE com 4 mil reais? Uma moto sim, pode comprar uma moto semi-nova de baixa cilindrada, que vai andar por toda a cidade com apenas 15 reais de gasolina durante o dia todo. Tente fazer a mesma conta para comprar um carro. Ler o resto deste artigo »





























