Arquivo da categoria ‘Música’
Só imbecil acha que o MP3 vai acabar com a indústria musical
Em julho de 2001, o polêmico Napster suspendeu a troca gratuita de arquivos MP3 através da internet. Iniciava-se aí uma polêmica que até hoje não acabou. Mas será que esse alvoroço todo tem fundamento? Ler o resto deste artigo »
O retorno do Rei.
Cada geração tem suas vantagens e desvantagens. Que o diga a de nossos pais, que afortunadamente viram Pelé e cia. jogarem, o nascimento e ascenção de bandas como Queen, Stones, Kiss, para citar só algumas. Pois quem estiver vivo e consciente nesse ano de 2010, irá testemunhar um fato que não acontece com muita frequência: o retorno de um Rei, de um mito, à sua corte. Mais precisamente falando, o retorno de Michael Schumacher, de 41 anos, à F-1. Mal comparando, é mais ou menos como assistir o retorno de Pelé ao futebol, ou de Michael Jordan ao basquete. Um evento que nós teremos o privilégio de presenciar. Ler o resto deste artigo »
Isso é que é vídeo-clipe de Metal, porra!
Grim Reaper – Fear no Evil – Clássico dos Clássicos!!!
Os caras chegam montados num tanque anfíbio anti-satânico com IPVA vencido (provavelmente desenvolvido pelas Forças Armadas do Brasil) num galpão onde, lá dentro, os headbangers estão todos acorrentados numa engenhoca, provavelmente moendo café. Os caras da banda invadem o galpão com cara de poucos amigos. Vão invadindo e quebrando as correntes dos metaleiros, como se fossem sindicalistas do heavy metal, libertando a maconheirada das garras sujas de patrões que não pagam 13o salário e/ou vale-transporte.
Não contentes por interromperem a linha de produção do Café Solúvel Grim Reaper, chamam pro pau o próprio patrão e o gerente do mesmo, um Monstrão com cabeça de Lobo (que, antes, tava descendo a chibata nos metalheads com produtividade comprovadamente menor). Os bangers, agora livres das correntes, ficam uriçados prevendo a treta que estava por iniciar. O guitarrista aponta a guitarra pro Lobão e os riffs vão arrebentando com o bicho… Os bangers vão à loucura.
Enquanto isso, a banda vai tocando o seu hino em louvor à classe operária headbanger. Como o bichão ficou só meio atordoado, o vocalista cata um paralelepípedo camarada e manda no meio da fuça do cabra. O bichão prancha de costas… Nessa hora, o Grim Reaper chefão já tava embucetado da vida. Só que ele arrega e se teletransporta sabe-se-lá-Deus pra onde… E a banda termina a música e o clipe.
Grim Reaper rules!!!
Desenterrando
Philips Monsters of Rock: Momentos Eternos
1998. Era ano de eleição para presidente, onde FHC acabou se reelegendo. Ano de Copa do Mundo também, onde a Seleção Brasileira teve um desfecho trágico, tomando um verdadeiro sacode da França na Final. Mas, se para os lados do futebol as coisas não iam bem, para os fâs de rock n´ roll tudo era motivo de festa, afinal, a quarta edição do festival “Philips Monsters of Rock” estava confirmada para o dia 27 de setembro, no Ibirapuera.
Documentários: porque, afinal, quem é que não gosta de um bom “causo”?
Desde que os dinossauros viraram petróleo e nós, seres-humanos, tomamos conta dessa bagaça, é inerente à nossa raça o gosto por uma boa história. Desde aquelas contadas por nossos pais até alguma aula mais inspirada de algum professor de estudos sociais no primeiro grau, ninguém pode negar: quando o enredo é bom, não tem quem não fique com a “orelha em pé”.
No mundo da música a coisa não é diferente. Roqueiro pode até fazer pose de fodão mas, mesmo que lá no fundo, ele tem uma “comadre fofoqueira” dentro de si. Ele também gosta de um bom “causo”, de histórias de tretas épicas, de pessoas que beijaram o fundo do poço e que deram a volta por cima…
Colocadas essas peças do quebra-cabeças sobre a mesa, fica fácil entendermos o porque do sucesso e da redescoberta de um filão que tem história recente dento da música e que ficou anos inexplorado: o dos documentários.
1993, um ano de glória para Ayrton Senna
Não é a função desse post discutir as qualidades do piloto brasileiro Ayrton Senna, pois qualquer pessoa que já o tenha visto correr está ciente há muito tempo. Tampouco debater se ele foi ou não melhor do que Nelson Piquet, Michael Schumacher ou Alain Prost. São todos grandes pilotos, cada qual genial a sua maneira. Falarei aqui sobre a temporada de 1993, onde Senna teve, talvez, as maiores performances de sua carreira. Não levou o título, mas guiou como nunca. Ler o resto deste artigo »
Judas Priest: Ainda capaz de inovar
Para muitos, a saída de Halford do Judas Priest no início dos anos 90 foi um símbolo de que as coisas estariam mudando para os lados do rock pesado. Mais ou menos no mesmo período, o mundo viu Bruce Dickinson se despedir do Iron Maiden, Vince Neil cortar laços com seus companheiros de Motley Crue e a explosão do grunge. É, as coisas estavam mesmo mudando….
Copa 2006: Favoritismo esbarra em velho carrasco
Desde 1982 o Brasil não chegava tão favorito a uma Copa do mundo. O clima de “já ganhou” era quase unânime entre torcedores e especialistas. Também, pudera. O ano de 2005 trouxe uma humilhante goleada sobre a Argentina na Final da Copa das Confederações e uma boa campanha nas Eliminatórias. Mas foi a presença do “quarteto fantástico”, formado por Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Robinho e Kaká, o que mais motivou o otimismo generalizado. Mas, assim como na Copa da Espanha, as coisas não saíram como o imaginado. Ler o resto deste artigo »
Chinese Democracy
Eis que o disco mais enrolado da história da música encontra a luz do dia. Ele está de volta, Mr. Willian Bailey, mais conhecido entre os pobres mortais como Axl Rose. Sem dúvida, um dos músicos que mais representou o significado da expressão “rock star”. Seja cuspindo versos revoltados em cima de um palco ou atirando cadeiras pela janela de quartos de hotéis, ele comandou magistralmente o Guns N´Roses, uma banda que já foi considerada um dia a “mais perigosa do planeta”.

























