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Pois ainda na semana passada adquiri este “Tutu”, num balcão de usados.
O fiz por ter ouvido (longinquamente) falar ser coisa boa, e talvez até por isso pressenti estar me apoderando de algo acima da média (memorável até), só de pegar a caixinha pra ver o preço ridículo pedido. Aquele álbum que acabaria abrindo novas portas na vida da gente.
E assim se deu. Bons os tempos (também longínquos) de ótimos álbuns que se comprava e se ouvia umas 3 vezes seguidas – há quanto tempo não me ocorria? Simplesmente rolou umas 3 ou 4 vezes na própria quinta-feira passada, no carro (pulando um pouco) e em casa.
E por mais que pesquisando por aí, tenha visto barra lido não se tratar tanto assim dum melhor álbum de Miles Davis, vale o meu juízo e adesão ao material. Viciante, instigante, diferente. Capa pra lá de contundente. E surpreendentemente pouco hermético: talvez Frank Zappa e Jeff Beck me tenham satisfatoriamente preparado para músicas esquisitas.
[No que vale, adicionalmente, ressaltar: biênio da porra esse 1986/1987 - "Tutu", "Guitar Shop" (Beck) e "Jazz From Hell" (Zappa)...]
Periga virar álbum referência pra mim nos próximos anos. Disco a ser citado entre os melhores que já ouvi, coisa do tipo…
E aí é que mora o perigo: caralho, a esta altura da minha vida vai me ocorrer viciar barra ter que correr atrás da discografia desse homem? Putz.
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