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VIDEOCLIPE DE METAL, CATSO!

O post é para dialogar com post do mês passado (de 9 de Fevereiro) do camarada Evander por aqui no Exílio Rock, que colocou vídeo do Grim Reaper como dos grandes videoclipes do estilo.

Quero contribuir com a idéia, na sugestão de que isso vire até alguma pauta recorrente: certamente todo mundo por aqui tem seu clipe de metal preferido, foderoso, portentoso, magnífico, injustiçado, o mais tr00 e etc.

O meu tudo isso, da vez, é “New Millenium Cyanide Christ”, do Meshuggah, xaropetas de carteirinha:

Imagem de Amostra do You Tube

Porque adoro videoclipes desse naipe: baixo orçamento sem servir de desculpas para produções toscas e, não raro, pretensiosas. Falem a verdade: é um clipe que todos nós, por aqui, poderíamos ter feito. Uma câmera na mão, filmar o som umas 3 vezes pra daí editar, e a obra-prima se conclui!

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Observações argutas minhas, pra início de discussões, por ora:

1) a sincronia na dublagem dos sujeitos. Que Rock Band o quê!??!

2) o dizer satânico ali na beirada: “It Was Satans Watching!”. Inglês macarrônico do cacete!…

3) tenho montes de meias furadas no dedão aqui em casa, em gavetas. O que me dá uma tremenda ESPERANÇA de um dia ser um baterista muito melhor

4) o truque do tremendo drive na voz do maluquete gêmeo do Satriani: certamente, na gravação do disco (é do “Chaosfear” o som), o cara usou a mesma caneta vermelha. Tivesse usado uma azul, não teria ficado tão poderoso o vocal

5) o merchandising inconveniente “Purchase the album…” não aparecia da 1ª vez que vi isso. Coisa da gravadora

6) o requinte de, na última cena, aparecer a cara do gênio que filmou a bagaça. Talvez um roadie?

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Enfim. Os caras têm um outro vídeo xarope tanto quanto, “Terminal Illusions” (que passou uma vez ou duas no finado Fúria Metal), embora de execução não tão boa: trata dos caras, no estúdio de ensaio, filmando a si próprios – cada um munido de uma handcam - enquanto tocam (dublam?).

Videoclipe de Metal, catso!!!

FUTEBOL ARTE

Meu 1º post sobre futebol.

E sem saber tanto o quão interessante por aqui é relembrar Copas do Mundo antigas. Ou se a memória de Copa do Mundo mais antiga por aqui seria a do tetra de 1994…

(a minha é a de 1982, a 1ª que assisti)

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De qualquer modo, o post é para falar duma Exposição de Futebol Arte acontecendo no canal ESPN Brasil nas próximas semanas. Para quem ainda não sabe, o canal comprou da Fifa 15 jogos antigos e os exibirá integralmente, renarrados.

Começou na última terça-feira, 2, com a final de 1970, bem legal, bem interessante e bem dada a comparações com a atualidade…

Chama atenção o quão MAIS LENTO era o jogo: nego parava a bola, coçava a cabeça, pensava pra onde mandaria, e daí fazia a jogada.

Chamou minha atenção Pelé chutando uma ou duas faltas pra arquibancada, o que não chega a desmistificar o posto de Rei, mas pra mim dá uma conotação HUMANA ao fenômeno, do qual todo mundo por aqui – certamente – apenas ouviu falar, ou conhece de ver filmes de melhores momentos.

Chamou atenção também o tal Jairzinho, artilheiro de 1970 fazendo 1 gol por partida, só ter comparecido na jogada de seu gol na partida. O resto do jogo, mal se fala ou se vê o cara…

Entre outras tantas considerações passíveis de discutirmos cá.

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Fora a final de 1970, serão exibidos ainda outros  14 jogos-chave, sempre às terças à noite, no canal 60 da Net, sempre às 21h.

A revista da tv a cabo lista outros 3 próximos:

# Holanda X Brasil em 1974, jogo memorável em que a Seleção Canarinho tomou uma PIABA dos holandeses ISO 9000. E que sucedeu a famigerada, lendária e fatídica arrogância do Zagallo, que dizia antes da partida que a Holanda é que deveria se preocupar com o Brasil, não o contrário…

Jogo que teve inclusive Luís Pereira expulso (talvez a única expulsão da carreira) e os brasileiros apelando e batendo nos laranjas como fossem uruguaios: talvez terem jogado de azul fosse uma explicação pra metamorfose eheh

Programado para passar dia 9, terça que vem.

# Argentina X Peru, em 1978, famigerado jogo em que poderemos ver os peruanos realmente fazendo corpo mole, resultado dalguma mala preta argentina, que ganharam a única Copa certamente COMPRADA. Dia 23.

# Brasil X Argentina, também da Copa milongueira da Argentina, em que garfaram o Brasil vergonhosamente (foi o jogo em que o juiz terminou a partida com a bola no ar, com Zico prestes a cabecear concluindo a gol? Não lembro bem, talvez fosse outra partida, da mesma Copa, isso…). Dia 30.

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Está anunciado também a re-transmissão doutro jogo memorável, o Brasil X Itália de 1982, Copa da Espanha, de lembrança ominosa e macabra pra todo mundo que testemunhou o episódio.

E que é pra mim o jogo mais aguardado. Quero desmistificar, ou ratificar de vez, alguns TRAUMAS DE INFÂNCIA.

Finalizo o post comemorando a iniciativa da ESPN Brasil em reexibir tais jogos, e lamentando a LAMA em que se encontra a tv aberta atualmente, que parece não ter tido qualquer interesse em revisitar a História.

Propaganda de cerveja com estrelas descartáveis atuais eles não deixarão de passar, entretanto…

Bah!

(NO) ESCAPE TO THE VOID

Premissa básica deste post: o Sepultura sem o Max ñ existe.

(se quem lê discordar, melhor nem ler o resto)

Tentaram até existir, em vão: de minha parte, desisti no “Nation”, adquirido a 10 real usado, e que ainda penso mal ter valido 10 centavos.

Da parte da mídia metálica daqui, a paciência foi até grande: entretanto, parece-me que com os recentes conceituais – o do Inferno de Dante e o da Laranja Mecânica – vem resultando é algum respeito pela história e nome, que considerações mais interessadas. INDIFERENÇA, manjam?

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Mas o post mesmo é sobre o Andreas Beijador (vulgo Andreas Kisser) e os caminhos equivocados que vem percorrendo, sei lá se por falta de melhor orientação, ou se por equivocada presunção, ou por falta de vergonha na cara…

Já tinha uma certa birra de o cara ser meio nomeado ‘embaixador do metal brasuca’ por aqui. Por quem, hein?

Vi pocket show do Destrúcho no Blackmore com participação do cara; vi participação dele e do Derrick em show do Nuclear Assault, desnecessária e memoravelmente vergonha alheia. Mas tudo fazendo parte do metal, gostando-se ou não.

Daí o cara começa a tocar com monte de gente, algumas bastante escrotas e sem propósito: Paralamas Do Sucesso, Titãs, Sandy (essa, escrota), fora anunciada participação em novo disco de Chitãozinho e Chororó (ou Zezé Di Cu Amargo e Lombrigano, sei lá bem)…

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Não tenho nada com a vida de ninguém, nem sou headbanger tr00 patrulheiro, mas que merda ver sujeito queimando filme desse jeito. Será que acha que está promovendo a própria banda?

Também já tive DÓ: em achar que o cara, coitado, parou de estudar pra banda vingar, e agora teria que se virar pra pagar o leitinho das crianças. Mas que leitinho? Caso engano, a patroa do sujeito é de família rica: de gente dona do Estadão, ou coisa do tipo.

Então faz por hobby? Sei lá.

De qualquer modo, quando acha-se que o cara chega no fundo do poço, eis participação memorabilíssima recente:

Imagem de Amostra do You Tube

Bão, fora conseguir posto na mídia majoritária de representante do rock – aquilo que telejornais por aí vez ou outra nomeiam ‘roqueiros’ – junto a Supla e Syang, alguém poderia me explicar o propósito disto acima?

Ou ninguém está mais é nem aí??

EFEMÉRIDE

No mundo do metal, eis algo REALMENTE DIGNO de ser comemorado: os 40 anos, no último 13 de fevereiro, do lançamento disto aqui.

E do heavy metal em si.

Levanto a bola, no que infelizmente parece ter passado batido, a não ser por um camarada que ficou às moscas levantando o assunto no fórum (pessoas por ali parecem preferir discutir mulher pelada e ofídios de baixistas mascarados) e por um bom artigo whipláshico, que o link é:

http://whiplash.net/materias/db/102885-blacksabbath.html

Eu mesmo, lá no Thrash Com H (meu blog solo), falhei em postar a respeito no sábado último, por razões que eu mesmo desconheço (lapso funesto do caralho!) – ou será esse um aviso cósmico de que devo virar chicleteiro? – por isso, abordo o tema por aqui no Exílio Rock por uma perspectiva diferente.

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Perguntando:

1) “Black Sabbath” é, para você, a GÊNESE do heavy metal? Se não, qual é o verbo primevo em forma de vinil?

2) não fosse esse álbum, estaríamos fazendo o que por aqui?

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De minha parte, respondo:

1) pra mim, É. E Led Zeppelin de cu é rola!!

2) estaríamos, provavelmente, convivendo num site talvez chamado Exílio Pop Rock, ou então Exílio Moda De Viola.

A VIDA DE BRIAN

Brian Johnson, recém-consagrado pensador, e meu pensador favorito da semana passada, voltou a sê-lo.

Só que desta vez, pra eu discordar.

Muita gente por aqui deve lembrar que, prestes a chegar ao Brasil pra “Black Ice” tour, houve um fã-clube gringo que fez meio um manifesto meio petição meio intimação, pedindo à banda que mudasse um pouco os set-lists de shows, já que há muito alguns fãs (sobretudo os xiitas, que os seguem prum monte de lugares) estavam cansados de ver sempre as mesmas músicas…

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VÃ FILOSOFIA

Que bom que alguém de renome pronunciou-se sobre isso. Que é coisa que há muito tenho comigo mesmo, e aproveito o ensejo pra transformar em post aqui no Exílio Rock.

A declaração pra Reuters, citada no UOL, de Brian Johnson, do AC/DC, em matéria intitulada “Líder do AC/DC manda roqueiros pararem com sermões de caridade”.

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Que uma parte copio abaixo:

SYDNEY (Reuters Life!) – Os roqueiros anglo-australianos do AC/DC têm uma mensagem para os roqueiros decididos a fazer o bem: parem de pregar sermões ao público sobre doar dinheiro para caridade.

Em entrevista ao jornal australiano “The Daily Telegraph”, o vocalista da banda, Brian Johnson, disse que as pessoas não querem celebridades ricas, como Bob Geldof e Bono, lhes dizendo para pensarem em crianças morrendo de fome.

“Eu não fico mandando todo mundo dar dinheiro — nem todo o mundo pode”, disse Johnson, cuja banda recebeu o primeiro Grammy de seus 37 anos de carreira no último fim de semana — o de melhor performance de hard rock, pela canção “War Machine”.

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JÁ DEU

Não sei o quanto se liga pra isso por aqui, mas aí vai…

Montes de notas sobre o Aerosmtv. Que lançariam trampo novo, que Steven Talarico caiu num palco tempos atrás, que o mesmo Tá-larico voltou pra clínica de reabilitação (e acho gente depois de velho, viciada, o ó do borogodó…), e que o Talarico estava fora da banda. Depois não estava. Daí estava, sim.

E daí, quem é que liga?

O mundo precisa de mais um álbum ou de mais uma turnê do Aerosmtv?

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TED JUST ADMIT IT, II

Ninguém perguntou – e, na verdade, ninguém sabia que haveria uma “parte 2″ – mas eis q retomo o post de 3 semanas atrás, sobre (nova) declaração politicamente incorreta do Ted Nugent, que partiu pra cima de Pamela Anderson e Paul McCartney, defensores ecológicos ferrenhos.

Ninguém por aqui comentou coisa alguma a respeito, num indício que detecto como de desaprovação, ou então, de indiferença à polêmica lançada.

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Pois bem: saibam q eu achei DO CARALHO as declarações!

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TENHA UM ORGASMO HOJE

O post extra é pra compartilhar com todo mundo aqui isto que li num muro ontem à tarde, na esquina da Jabaquara com a Afonso Mariano Fagundes.

Em mensagem que, fora bonita e positivíssima, achei também duma generosidade tremenda. Fora algo pra lá de exeqüível, e imperativa sem soar imperativa: quantos/quantas de nós, aqui, não se encontram dispostos/dispostas a isso pra animar o dia??

Também minha impressão foi a de ser este um recado que derruba qualquer livro de auto-ajuda (blargh!), bordões publicitários geniais e religiões e seitas-cheques por aí, conselheiras e tão repletas de tabus, diretrizes arbitrárias e não-me-toques aleatórios.

Por isso, gostaria de bom grado e boa vontade, de desejar a Lair Ribeiro, I.N.R.I. Cristo, Roberto Shinyashiki, Washington Olivetto, Bento XVI, Bispo Macedo, Bispa Sônia, R.R. Soares, Dalai Lama, entre outros iluminados, que tenham um orgasmo hoje e deixem as pessoas em paz!!!!

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TED JUST ADMIT IT

O ilustre a seguir, pra quem mal conhece, é Ted Nugent, roqueiro da cepa dos grandes apenas nos EUA – como o foram também Foghat, REO Speedwagon, Kansas, Peter Frampton, Bachman-Turner Overdrive, Eagles, Boston, Meat Loaf, Chicago, Styx, Heart, Grand Funk Railroad, entre outros “gigantes” AOR de 1 ou 2 grandes hits de arena – lá pelos idos dos 70’s.

A maioria por aqui, se não o conhece pelas versões de “Cat Scratch Fever” (um de seus grandes hits, se não o maior) do Pantera e do Motörhead (eu acho a 2ª a melhor. E também melhor que a original), ao menos deve tê-la ouvido original nalgum dia prosaico na Kiss Fm.

O sujeito se mantém ativo até hoje, lança álbuns novos com relativa freqüência, e é isso ae.

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No entanto, é mais conhecido pelas declarações ferinas, algumas infelizes, todas MUITO politicamente incorretas. Daquelas de fazer Dave Mustaine parecer um coroinha.

Porque faz parte daqueles estadunidenses patriotas etnocêntricos, xenófobos, republicanos e rednecks, como só Zakk Wylde (que quando veio pra cá aposto que trouxe também a própria água pra tomar banho) chega a TENTAR fazer frente.

Bastante conhecido é o episódio em que declarou abertamente que para morar nos EUA era necessário saber falar inglês; além disso, é ferrenho defensor do “esporte” da caçada. Vangloria-se de ser um cidadão armado (e, portanto, “protegido”. De quem?) e de matar cervos porque gosta, coisa e tal.

Bão, tudo isso pra introduzir um ctrl c + ctrl v do whiplash de semana passada (todo mundo chupinha o whiplash, agora graças a mim também o Exílio Rock ahah) sobre nova declaração bombástica. Em que alfineta sem dó os ecologistas de plantão, sobretudo os eméritos.

E que lanço aqui inteira pra repercutir algumas coisas. Segue:

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Ted Nugent: “Não dá para competir com McCartney em mortes!”

O roqueiro e amante da natureza Ted Nugent está ameaçando “abater” cervos e distribuir sua carne aos pobres sempre que celebridades vegetarianas como Pamela Anderson e Sir Paul McCartney criticarem a caça e o consumo de carne em 2010.

Um ávido caçador e conservacionista, Nugent odeia os grupos de defesa dos direitos dos animais que atacam seu hobby favorito e fica bastante irritado quando estrelas insistem que esportes que envolvam abate de animais são cruéis.

O roqueiro disse à revista Royal Flush: “Pam Anderson… pare de falar merda por uns dois minutos e me diga: você está me dizendo que não posso comer carne de cervos? Você não autoriza o consumo de carne de cervo?”

“Meu nome é Ted Nugent e, por causa de Pam Anderson… e de Paul McCartney, e de todos os membros da PETA, sempre que eu ouvir a palavra ‘animal’ e ‘direitos’ na mesma frase, vou matar mais uns cem de qualquer coisa neste ano”.

“Tenho autorização ilimitada para caçar cervos em Michigan e no Texas… E não vou só matá-los: vou abatê-los, limpá-los, tirar a pele, esquartejá-los, cortá-los e dar para restaurantes de sopas e abrigos para sem-teto dos EUA… Esse é meu objetivo de vida”.

Nugent também critica os vegetarianos, que insistem que tofu é mais saudável que carne. Ele alega que colher os ingredientes para produzir essa alternativa à carne é mais danoso ao meio-ambiente do que a caça.

Ele explica: “Se eu realmente quisesse maximizar o número de animais mortos, eu começaria a produzir tofu… Porque para produzir tofu você precisa daquele trator gigante e com ele passar por aquele campo, onde cada pássaro canoro, cada esquilo, cada tartaruga, cada coelho, cada camundongo… tudo deve morrer. Para conseguir fazer tofu, você precisa da completa aniquilação de todas as formas de vida”.

“Como você pode fingir que McCartney não é responsável por morte alguma? Eu mato coisas com uma flecha por vez… Acredito que cada tigela de tofu é responsável pela morte de bilhões de coisas. Eu não consigo competir com isso, como não consigo competir com Paul McCartney em número de mortes”.

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Então: e ae?

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