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O mundo pintado de sangue.

O Slayer pode ser posto naquele patamar de bandas como AC/DC e Ramones, ou seja, você sempre sabe o que esperar de um novo lançamento do grupo. Claro, ao longo dos anos  trabalhos como “South of Heaven” (marcado por músicas mais lentas) e “God Hates Us All” ( injustamente acusado de soar modernoso demais) dividiram alguns fâs, mas mesmo assim possuem a característica principal da banda: a brutalidade quase anormal que sempre acompanhou o quarteto californiano. Ler o resto deste artigo »

O retorno do Rei.

Schumacher e Niko Rosberg, seu companheiro de equipe em 2010. Ao fundo, o modelo do carro.

Cada geração tem suas vantagens e desvantagens. Que o diga a de nossos pais, que afortunadamente viram Pelé e cia. jogarem, o nascimento e ascenção de bandas como Queen, Stones, Kiss, para citar só algumas. Pois quem estiver vivo e consciente nesse ano de 2010, irá testemunhar um fato que não acontece com muita frequência: o retorno de um Rei, de um mito, à sua corte. Mais precisamente falando, o retorno de Michael Schumacher, de 41 anos, à F-1. Mal comparando, é mais ou menos como assistir o retorno de Pelé ao futebol, ou de Michael Jordan ao basquete. Um evento que nós teremos o privilégio de presenciar. Ler o resto deste artigo »

Desenterrando

Salve! Aqui começa a nova seção “Desenterrando”, na qual falarei sobre um disco antigo que, em algum momento, fez parte da minha vida.  A honra de abrir o festival de nostalgia cabe ao play “Utopia Banished”, da banda inglesa de death/grind Napalm Death.

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Philips Monsters of Rock: Momentos Eternos

O "modesto" cast da edição de 1998 do Monsters.

1998. Era ano de eleição para presidente, onde FHC acabou se reelegendo. Ano de Copa do Mundo também, onde a Seleção Brasileira teve um desfecho trágico, tomando um verdadeiro sacode da França na Final. Mas, se para os lados do futebol as coisas não iam bem, para os fâs de rock n´ roll tudo era motivo de festa, afinal, a quarta edição do festival “Philips Monsters of Rock” estava confirmada para o dia 27 de setembro, no Ibirapuera.

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1993, um ano de glória para Ayrton Senna

Em Adelaide, a reconcilação entre dois gênios.

Não é a função desse post discutir as qualidades do piloto brasileiro Ayrton Senna, pois qualquer pessoa que  já o tenha visto correr  está ciente há muito tempo. Tampouco debater se ele foi ou não melhor do que Nelson Piquet, Michael Schumacher ou Alain Prost. São todos grandes pilotos, cada qual genial a sua maneira. Falarei aqui sobre a temporada de 1993, onde Senna teve, talvez, as maiores performances de sua carreira. Não levou o título, mas guiou como nunca. Ler o resto deste artigo »

Judas Priest: Ainda capaz de inovar

Para muitos, a saída de Halford do Judas Priest no início dos anos 90 foi um símbolo de que as coisas estariam mudando para os lados do rock pesado. Mais ou menos no mesmo período, o mundo viu Bruce Dickinson se despedir do Iron Maiden, Vince Neil cortar laços com seus companheiros de Motley Crue e a explosão do grunge. É, as coisas estavam mesmo mudando….

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Copa 2006: Favoritismo esbarra em velho carrasco

Zidane disputa com Gilberto Silva: derrota avassaladora

Desde 1982 o Brasil não chegava tão favorito a uma Copa do mundo. O clima de “já ganhou” era quase unânime entre torcedores e especialistas. Também, pudera. O ano de 2005 trouxe uma humilhante goleada sobre a Argentina na Final da Copa das Confederações e  uma boa campanha nas Eliminatórias. Mas foi a presença do “quarteto fantástico”, formado por Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Robinho e Kaká, o que mais motivou o otimismo generalizado. Mas, assim como na Copa da Espanha, as coisas  não saíram como o imaginado. Ler o resto deste artigo »

Chinese Democracy

Eis que o disco mais enrolado da história da música encontra a luz do dia. Ele está de volta, Mr. Willian Bailey, mais conhecido entre os pobres mortais como Axl Rose. Sem dúvida, um dos músicos que mais representou o significado da expressão “rock star”. Seja cuspindo versos revoltados em cima de um palco ou atirando cadeiras pela janela de quartos de hotéis, ele comandou magistralmente o Guns N´Roses, uma banda que já foi considerada um dia a “mais perigosa do planeta”.

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Copa 2002: Pentacampeonato e a volta por cima de um astro

Euforia: Ronaldo se consagra como um dos grandes artilheiros da história dos Mundiais.

Todos devem  se lembrar da Copa de 2002, a primeira a ser disputada em território asiático, onde Japão e Coréia do Sul dividiram a honra. Jogos de madrugada (no horário de Brasília), nomes estranhos de estádios e cidades, favoritíssimos como Argentina e França caindo na primeira fase, surpresas como Senegal, ausências sentidas como a da Holanda e erros grosseiros de arbitragem foram alguns dos fatos que embalaram aquele Mundial.

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O Adeus de uma lenda. Será?

Com sua famosa perna esquerda, Cro Cop é protagonista de um dos mais brutais nocautes já vistos.

Para quem é fâ de MMA e de lutas em geral, o dia 22 de setembro de 2009 será lembrado por um fato triste: Mirko “Cro Cop” Filipovic anunciou sua retirada dos ringues, alegando desgaste físico e falta de motivação para continuar lutando. Considerado um dos strikers mais temidos do mundo, o ex policial começou sua fama no K-1, evento japonês apenas de lutas em pé, com vitórias expressivas sobre Mike Bernardo, Remy Bonjasky, Jerome Le Banner, Peter Aerts, Bob Sapp, entre outros. Mas foi no MMA (sigla para Mixed Martial Arts, o chamado vale-tudo), mas especificamente no também japonês Pride, que Cro Cop assombrou o mundo, colecionando vitórias e derrotas, mas sempre fazendo o mais importante: dar show ao público.
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