Acredito ninguém por aqui ainda ter romantismos acerca de “voltas” de bandas. Sobretudo “voltas triunfais”, que simplesmente inexistem.
Particularmente, os anos vêm me tornando cínico em relação ao assunto, de que já fui até mais radical (SER CONTRA tudo quanto é volta) a respeito… até aquele show do Carcass de 2 anos atrás, simplesmente arregaçante.
Show esse em que Jeff Walker, com desconcertante sinceridade, expôs a todos os presentes os (4) reais motivos daquela volta: “dinheiro”, “garotas”, “cocaína” e ajudarem Ken Owen, baterista ausente (embora presente no fabuloso cartaz da turnê) e ainda às voltas com fisioterapia e regime intenso de reabilitação, por conta dum avc ocorrido já há alguns anos.
Não desacredito de todo que, em meio ao pragmatismo da volta por grana, droga, status, muié, não possa também ocorrer alguma SAUDADE entre os envolvidos, que voltam a se falar, se desculpam por besteiras que causaram rupturas, etc. e tal. No entanto, se trata da volta do Soundgarden este post, que vem pra mim inaugurando outros elementos bastante explícitos e MELANCÓLICOS no assunto.
Daqueles de fazer o fã se sentir um filantropo querendo ajudar.
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A volta já vinha sendo anunciada desde ano passado, em que supostamente sairiam em turnê com os TIOZINHOS PRECOCES do Pearl Jam, algo duma logística razoável, uma vez contarem com os serviços do mesmísssimo estupendo baterista Matt Cameron. Mas não rolou.
Aí a gente vai às notas “Caras” dos whiplash da vida, e vê o Pearl Jam parando com shows por “tempo indetermidado” por conta do vocalista ir casar… Aí a gente vê essa volta tímida e manquitola, de lançamento de coletânea com som inédito (gravado mas não incluído no “Badmotorfinger”, de 1991) e duns 2 ou 3 showzinhos sem mega repercussão (até porque a banda nem parece ter sido tão incensada assim há 18 anos) que não a da dúzia de saudosos em catarse.
Aí vou ao Portal Rock Press e vejo a seguinte nota esclarecedora, desovada por uma – ex? – empresária dos redivivos:
SOUNDGARDEN: BANDA NÃO ESTÁ CONFIANTE SOBRE O RETORNO
Foi uma das reuniões mais aguardadas do ano mas, até agora, o Soundgarden tocou ao vivo somente 3 vezes: em 2 pequenos clubes e no festival Lollapalooza.
Em uma entrevista à revista Spin, Susan Silver, ex-mulher de Chris Cornell, disse que a única razão pela qual o vocalista decidiu se juntar aos ex-companheiros é o pouco sucesso de sua carreira solo.
“Chris já não tinha mais para onde ir. A carreira solo estava tão diluída que começou a mudar o seu comportamento. Mas fazer as pazes leva tempo, por isso é que até agora só fizeram um show num clube e um a nível nacional”, diz Silver, que foi também manager do Soundgarden e continua a representar bandas como o Alice In Chains.
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Fora considerarmos algum “fogo amigo” (cacete: empresária ex-esposa??), vá ser sincera e “tiro no pé” assim lá na puta que pariu!
Além disso, vi a seguinte nota whiplashica…
Soundgarden: baixista “sem casa” e “totalmente quebrado”
O baixista do Soundgarden, Ben Shepherd, revelou que está “totalmente quebrado” e tecnicamente sem casa, mesmo com a reunião da banda este ano.
Em uma entrevista para a Spin Magazine, o baixista confirmou que está tecnicamente sem casa após ter terminado com sua namorada e está dormindo em qualquer lugar que puder.
Quando lhe foi perguntado onde mora, ele disse: “Em lugar nenhum. Literalmente. Tenho dormido em sofás no estúdio e em casas de amigos. Estou totalmente quebrado.”
Shepherd também revelou a dificuldade que passou após a banda ter terminado, admitindo que se viciou em analgésicos. Ele disse: “Parecia que minha vida tinha acabado. O Soundgarden se separou; minha outra banda, Hater, se separou; minha noiva terminou comigo; e então eu quebrei três costelas. Me viciei em analgésicos, bebia em grande quantidade, e usei morfina. Fiquei deitado em minha casa por cinco dias, e ninguém sabia.”
No início do ano o Soundgarden anunciou planos para voltar à ativa após 13 anos. Também foi revelado que a banda unirá forças com a equipe por trás do jogo de video-game Guitar Hero, para firmarem um acordo em que a nova coletânea de hits da banda seja inclusa nas primeiras cópias de “Guitar Hero: Warriors Of Rock”.
Pra chegar a uma impressão:
* os caras voltaram (na verdade, estão TENTANDO voltar. E “The Day I Tried to Live” estranhamente não consta no set da turnê) porque, pelo jeito, são uns losers. Ainda mais losers que o Weezer, uns losers posers se comparados!
A não ser que isso seja tudo estratégia de marketing extravagante.
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Alguém mais viu essa?
Confirmado show do Rob Halford, com banda Halford (que se supunha – ou apenas eu supunha? – hibernando) num lugar como o Carioca Club?
Não que eu ache que tivesse que ser em estádio, nada disso: a última vinda do Judas (novembro de 2008), no Credicard Hell mostrou que 2 dias de show foram redundantes. Fui no 2º dia, e tanto eu como a Patroa pudemos andar livremente pela pista: daria até pra ter andado de Harley Davidson ali dentro. Apesar do bom show.
Mas nesse Carioca, que assumo não conhecer, mas me disseram ser BEM MENOR?
Acho estranho.
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A não ser que o ibope do Judas Priest e, por extensão, do Halford, estejam realmente em baixa. A não ser que o Rob Halford ainda nem esteja sabendo disso. A não ser que não role é nada, e na última hora haja cancelamento.
A não ser que eu queime a língua e aconteça mesmo. Mesmo em lugar menor. E mesmo nisso que parece ser ÚNICA DATA confirmada.
Por ora, só me parece ser algo a render MUITA discussão.
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Foi na quarta passada, 11, que o miguxo Claudio postou tirinha do Pai do Cascão, já meio antiga, ali no Fórum, pra motivo de gerar risos e debate. Acompanhando o mesmo, vi um certo TREVAS opinando a respeito de a tira ser tão antiga que haveria toda uma nova geração que, em a vendo, ficaria achando ser coisa recente.
Aliado a isso, numa discussão esta semana sobre o Helloween lá no Thrash Com H, eu semelhantemente opinava sobre toda uma molecada que vejo que já pegou a banda nos dias e discos Andi Deris e simplesmente desconhece ou ignora “fases” Hansen e Kiske. Ou se não o fazem, não dão tanta importância, nem se portam como órfãos ou viúvos de tais “gloriosos” tempos.
Ambos elementos somados pra postar por aqui algo que talvez quem for mais novo quiçá nem saiba: o chupim que “I Want Out” é DESCARADO de “Out In the Fields”, do Gary Moore. Talvez esteja perdendo tempo – e todo mundo por aqui já sabe disso – talvez não. Mas posto assim mesmo, até pra ver se alguém teria a manha de DISCORDAR!…
O hit germânico, de clipe aloprado:
E agora, a música que serviu de referência:
Pra quem quiser aprofundar o tenro e meigo assunto, no You Tube tem toda uma SAGA dedicada a Kai Hansen e a seus prolíficos chupins, continuados em carreira bandística Gamma Ray.
E pra quem não sacou o tópico ali do Fórum, é o intitulado “Hehheheheehehehe……….”, beleza?
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