BIG FIVE to EIGHT

Enquanto assunto periga já estar caducando, mas tudo bem.

É sobre as polêmicas geradas pelo Big Four (Anthrax, Megadeth, Metallica, Slayer). Inclusive ali pelo Fórum: tem gente que tiraria uma ou duas bandas (pra mim, o Anthrax recorreu ao STJD pra entrar, devia estar fora), gente que se mataria pra ver isso realmente ao vivo (e não no cinema), gente que incluiria Exodus e/ou Testament (sempre os mais cotados entre os “cortados”) e etc.

No Fórum, teve até quem viajou na idéia dum Big Four brasuca!

Que eu acho que NÃO TEM 4 bandas realmente fodas do metal brasuca pra juntar num show: Sepultura e Franga (digo, Angra) tentaram e fiascaram, pelo que soube…

****

Mas o que eu realmente acho é que falta algum empreendedorismo em se fazer um OUTRO Big Four. Aproveitando o embalo caça-níquel da nostalgia que vende que nem pão quente. Um Big Five to Eight: bandas do 5º ao 8º lugar, SEGUNDA DIVISÃO do thrash metal mesmo, num mesmo palco.

Pois e se um Big Four do 5º ao 8º por acaso contasse com:

Testament

Imagem de Amostra do You Tube

Exodus

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Kreator

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Overkill

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Poderia não lotar um Morumbi, mas estrumbaria um Canindé.

Poderia não entrar nem em cartaz num Cinemark, mas caso tocassem só na Bulgária, constaria entre os mais vendidos dos piratex próximos à Galeria.

E, pessoalmente, mais que os 4 decaídos principais (me dói falar isso do Slayer, mas…), me animaria em sair de casa pra assistir. Mesmo o Kreator, dentre esses, estando meio caído já há um tempo (faria a vez do Anthrax eheh). E com o bônus de curtirmos músicas novas TAMBÉM, não só velharias tocadas com tons atrás e esforço ou jams demagógicas.

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Line Break

Autor: txuca (39 Artigos)

Marco Txuca vem tocando o Thrash Com H já há uns anos e é meio autista, pois o tocaria mesmo se ninguém o lesse. É algo ingênuo e idealista, mas com Metallica e Slayer tendo recentemente lançado discos QUASE à moda antiga, não sabe o que fazer com o que sobrou disso; só sabe que não ganha o bastante pra virar fiel da Renascer nem da Universal. É tr00 a seu modo, pois se não traja ridículos moletons agarrados no saco escrotal, tampouco anacrônicos canos-altos brancos oitentistas (anacrônicos em áureos tempos, por sinal), canaliza essa energia dispendendo boa parte de seu rendimento suado em cd's e dvd's originais, só que não por acreditar que isso ajuda as bandas, mas sim por fetichismo por entrelinhas e rodapés em encartes e contracapas.

13 comentários para “BIG FIVE to EIGHT”

  • Ricardo Pierre:

    Ah, acho que daria pra fazer uma série inteira de ligas inferiores das bandas de Thrash, cara. Tipo, se o Big Four Segunda Divisão lotaria o Canindé, um Big da terceira – Overkill, Destruction, Sodom e o Death Angel, talvez, lotaria um Credicard Hall da vida. Daí você chega na quarta divisão – e aqui não tem mais limite de participantes.

    O Big Resto teria todos os conjuntos dos 80s venerados pelos trües e que, temos que reconhecer, gravaram uns discos bacanas (bem, pelo menos alguns deles), mas que definitivamente fracassaram – tipo o Defiance, Artillery, Lääz Rockit, Coroner, e um porrilhão de outras bandas falidas que precisam de grana pra pagar conta de luz. Bandas que esperam iminente e glorioso retorno dos 80s, que sempre tá chegando mas não chega. Deve lotar um Fofinho ou um Seven Beer, naquelas ocasiões onde 421 bandas se apresentam numa única noite. E a abertura seria do Korzus, comemorando 39 anos, lançando o primeiro disco em 14 e fazendo o primeiro show em 8, com a nova formação hehehe.

  • Ricardo Pierre:

    Bem, o Overkill foi promovido pra 2º Divisão. Então boto o Tankard no lugar, hahaha.

  • francisco guimaraes:

    a ordem do big four ta perfeita, ao menos em venda de discos. agora o seg escalão realmente é deveras variavel. A seg divisão é muito grande, então escolher entre elas e´dificil. agora, exodus ou e´primeira ou vou melar o campeonato!!!

  • Uêba, tá rendendo!

    Pierre: não inclua o Coroner no Big Resto. Fracassaram comercialmente, mas não artisticamente. E, ante voltarem (parece que foram convidados), tiveram o BOM SENSO de sentarem, conversarem e NÃO ROLAR. O Baron, guitarrista, foi sub-aproveitado no Kreator, que comercialmente sempre foi mais bem-sucedido, iriam arriscar lesar alguma reputação voltando?

    O Overkill eu incluí na 2ª divisão, pela falta do Nuclear Assault, que acabou. A idéia dum Big Resto com revival de bandas meia-boca (Artillery – que parece que voltou, certo? – Defiance e etc.) é o tipo de coisa que produtor ou revista (Roadie Crew) brasileira adorariam fazer, pelo baixo custo e algum retorno garantido. Mas algum mérito do Big Four ou do Big Five to Eight seria o CRITÉRIO de serem bandas NA ATIVA, manja?

    E o Tankard, eu poria na 3ª divisão eheh

    Já o critério “venda de discos”, como bem apontou o francisco, parece ter sido o que prevaleceu pro Big Four. Anthrax tá uma merda já há uns 15 anos, mas vendeu bem nos 80’s. Exodus eu incluiria no Big Four no lugar deles, mas nunca venderam muito e nunca tocaram pra muita gente. Só no Brasil.

    E não devem ter entrado na lista por medo de o Kirk Hammett ser chutado do Metallica, pois Lars e James COMPROVARIAM que roubaram o guitarrista errado lá atrás! ahahah

  • Ricardo Pierre:

    Ah, manjo, hehe. É que faz pouco mais de uma semana que o Coroner anunciou o retorno. Vão tocar no Hell Fest da França em junho do ano que vem, e ao que parece vão anunciar datas pra esse ano ainda, além de compor repertório prum disco novo.

    Quanto ao valor artístico, acredito que isso seja uma questão muito bacana de se discutir. Eu acho que tem bandas do Big Resto que renderam bastante artisticamente, como o próprio Coroner, o Defiance, o Forbidden, que também voltou… Pelo menos essas bandas gravaram uns discos fodidos. Eu fico pensando se sei seria correto ou não colocar o Voivod nesse balaio, visto que eles lançaram disco ano passado, continuaram sem o Piggy e os escambaus. Não sei se devo, se não devo…

    Ah, se o Nuclear Assault se reunisse de novo seria bacana. Porra, até o Flotsam and Jetsam tá gravando disco novo, não seria um problema se eles fizessem mais uma turnê de despedida de novo.

    E nem fala em subutilização de guitarristas. Sei lá o que aconteceu com o Kreator no fim da década retrasada. Eu fico imaginando se o Baron continuasse na banda e gravasse o Violent Revolution no lugar do inonimável finlandês lá, o tal de Sami. Talvez continuasse a mesma coisa que o disco é, talvez fosse muito mais fodido – tecnicamente falando… Bem, o Violent Revolution é fodido de qualquer jeito.

  • Ah, e sobre o Korzus, quanta maldade pra cima da maior banda brasileira… de abertura de todos os tempos! ahah

    E sobre o Kreator, me ocorreu mnemonicamente um negócio: Kreator, Sodom e Destrúcho, anos atrás, foram PIONEIROS nessa onda. (No que levanto uma outra bola: Metallica com “Some Kind Of Monster” e com o dvd no México, só vêm indo na cola de idéias dos outros. Bif Four não escapou). Fizeram um Big Three, só que sem o nome.

    E só 2 vieram pra cá à época, Kreator e Destrúcho. Q eu fui, e foi legal.

  • Putz! Onde está essa da volta do Coroner??

    E o Baron no Kreator não renderia de nenhum jeito, e não por culpa dele; é que a banda é do Mille, que manda prender e manda soltar.

    Nuclear Assault não volta de novo porque a 2ª volta (quando tocaram aqui com o Sodom) não vingou. John Connelly virou professor de História e tudo. Flotsam & Jetsam devem ser uns playboys endinheirados, ou gente com emprego flexível suficiente pra encararem “turnês” em período de férias, né não?

    Voivod não incluiria porque Voivod não é thrash. Embora tenha tido momentos thrash. Ou só se tocasse o “War And Pain” na íntegra. Mas sem o Piggy?? Voivod é uma banda no ecossistema que FOI única, combina e, ao mesmo tempo, não combina com um monte de coisa. Talvez juntar com o Pestilence, redivivo também, se estes tocassem o “Spheres” na íntegra…

    E o Voivod tá vindo pra cá em setembro, tá sabendo?

  • francisco guimaraes:

    Eu gosto muito da maioria dessas bandas e ainda incluiria o annihilator no meio, do Jeff “riff’ waters, mas vamos ser honestos. comebacks dessa turma é só p shows de pequeno porte. já não interessavam muito no auge e agora e só p troofuckinmetal bangers das antigas.(eu incluso).
    e das que permaneceram na ativa, ja meio que andam em bando mesmo, como o txutxuca falou, tipo Kreator/destrúcho…

  • Ricardo Pierre:

    Eu achei o blabbermouth, cara. Eu tentei hiperlinkar o endereço do site que eu vi isso, mas esqueci qual o site que eu li a tal notícia e sou muito burro pra hiperlinkar. Mas achei esse aqui, do Blabbermouth, que tá mais reduzido, e que confirma a participação da banda nesse festival francês:

    http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=142340

    De qualquer forma, mesmo com o risco de botar a reputação artística a perder, eu compraria a ideia desse retorno do Coroner. Se tanta banda ruim tá voltando, não é dos crimes mais graves um retorno dos caras.

    Sobre o Voivod, foi justamente por isso que a dúvida surgiu. Uma banda que teve momentos thrash, mas que teve/tem um gênero exclusivo pra si, cara. E eu não fiquei muito entusiasmado com esse novo Voivod não, apesar de que seria no mínimo interessante ver os caras ao vivo. Quem sabe? Quanto ao Spheres, nunca entendi muito bem esse disco. E ao que parece, o Mameli abandonou um pouco ele nesse retorno do Pestilence

    Eu admiro no Flotsam and Jetsam a insitência em tentar existir. Tão devendo um disco bom desde 1923, eu acho, hehe.

    O Metallica deve tem um departamento de publicidade com umas 40 pessoas que pesquisam incansavelmente qual o novo tipo de hype que acontece na música. Daí todas essas novas “tendências” que os caras incorporam com uns quatro anos de atraso, inclusive esse retorno deles ao thrash. Pelo menos o “Death Magnetic” é bem bacana. Acho que o Kirk tá na banda por ser o chefe desse departamento, hehe. E nessas casadinhas tipo Kreator/Destrúcho de 2002, teve o Exodus e o Kreator no ano passado, que deve ter sido bacana.

    E ainda tem o Jeffihilator, também. Lançaram disco esse ano, e eu espero que seja melhor do que aquele chôcho que o Waters liberou com participação de meio mundo há uns dois anos.

    Ah, o Korzus abriria os shows, mas o Andreas Kisser participaria como convidado especial das 35 bandas restantes desse hipotético Big Resto, hehe.

  • Ricardo Pierre:

    Deve tem não, deve ter, hehehe

  • Ahah, esse departamento de marketing metallico parece existir desde que a banda é banda. No entanto, após o “Black Album”, o setor faliu ou se acomodou. Porque os caras sempre ANTECIPARAM tendências; dum tempo pra cá, andam na rabeira.

    Apesar de Dave Mustaine SEMPRE ir na rabeira dos caras eheheh

    E mesmo não tendo tido coragem de emular o “Shit Anger”.

    Só discordo, cara, de o Kirk ser chefe de tal departamento. Pra mim, esse cara jamais será ou seria chefe de qualquer coisa eheh

    Falar mal do Andreas Beijador? Certeza de querermos, por aqui, CHUTAR CACHORRO MORTO?

    Quanto ao Pestilence, foi isso mesmo: caso de banda que lançou trampo incompreendido ATÉ POR ELES MESMOS. Não a tôa, parece que voltaram bem mais pesados, mais death metal… mas não ouvi, não sei dizer.

    O Voivod, eu aproveito pra parafrasear o Jardel (ex futebolista): “Voivod é Voivod, e vice-versa”!

  • Ricardo Pierre:

    Pobre Kirk, hehehehe. Acho que o departamento de marketing deles tá nessa situação ái desde que a banda realmente se tornou grande, fazendo turnê de 4 anos. Eles saem, o departamento lá faz as pesquisas e aí quando eles vão gravar alguma coisa nova é mandado um relatório do que de mais importante aconteceu nesse período de turnês, daí esse atraso. E sobre o Megadave, ele deve ler tudo o que publicam sobre o Metallica, ou manda o filho dele ou o readmitido Ellefson fazer isso. Tanto que já tão pipocando notinhas do do Ellefson elogiando o Metallica e a sua “estrutura”.

    Ah, sobre o beijoca, nem é falar mal. Já é um traço de personalidade do cara. Tipo quando se fala da marra do Romário, essas merdas, hehe. Ou virou folclore.

    O Pestilence tá bem mais pesado mesmo, e o disco é legal pra caramba, mas não é um completo retorno às origens como algumas resenhas diziam.

  • “Pobre Kirk”, você quer dizer em linguagem figurada, certo?

    O cara deve ser o pau-mandado mais rico do mundo!!

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