Creio todo mundo por aqui ter idade pra ter lido a Rock Brigade nos 80′s.
Em tempo que talvez seja particular de cada um achar melhor que posteriormente (meu caso), e ainda melhor que nos tempos de hoje em dia, de publicação tornada zine bissexto e trôpego, léguas atrás dos tantos sites informativos disponíveis.
De tempo em que a coluna Banger News vinha em papel de jornal (pra ser cult?) no meio da revista, e em que o logotipo era mais tr00 e, portanto, mais condizente com o nome tirado de música do Def Leppard véio e ainda não babão e babado. E em que a numeração vinha em algarismos romanos!
Eram tempos de resenhas interessantes, por vezes prolixas, de Antonio Carlos Monteiro e de André Pompa Cagni. E de resenhas alvissareiras, por vezes exageradas – ah! – de lançamentos novos ditos clássicos (e que o “teste do tempo” posterior encarregou de apropriadamente revisar) de Dio, Deep Purple, Uriah Heep e Black Sabbath feitas por – oh! – Vitão Bonesso.
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Black Sabbath que atravessava a “fase Tony Martin”, momento mais subestimado, vilipendiado e outros ‘ados’ pejorativos, de sua trajetória, de álbuns como “The Eternal Idol” (que adoro), “Headless Cross” (que não curto) e “Tyr” (que odeio, mas ouço uns sons).
Tony Martin esse que considero dos piores vocalistas que ao vivo já tive desprazer de testemunhar. E ainda pior pela absoluta e ABSURDA falta de carisma.
Tem menos carisma, pra mim, que Blaze Bayley, Vince Neil e Derrick Green juntos.
O escopo do post é, afinal, relembrar e questionar o FATO de, nas resenhas oitentistas da Brigade, ele vir sempre citado, pejorativamente, como sendo um “Dio Cover”. Era mesmo?
Conversa fiada essa que engoli por muito tempo, sempre depreciando o sujeito pelo motivo errado. Motivos certos, aprendi, seriam (e são) os discos irregulares (o “Forbidden”, de sua 2ª passagem sabbáthica, jamais encontrei alguém que defenda), algumas músicas constrangedoras e, insistindo ainda nisso, os momentos completamente VERGONHA ALHEIA dele ao vivo. Em que estragava, sem nenhuma piedade, clássicos do Black Sabbath de outros vocalistas, e também de sua fase.
Quem esteve no Philps Monsters Of Rock de 1994 certamente lembra disso.
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Fica o vídeo de “The Shinning” e uma pergunta (a)final:
* de onde, por onde, por que devaneios diligentes e falsamente criativos, ou releases gringos porcamente traduzidos, se tirava a idéia de Tony Martin como “cover de Dio“?
Não me parece, hoje, que tivesse a ver.
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Autor: txuca (118 Artigos)
Marco Txuca vem tocando o Thrash Com H já há uns anos e é meio autista, pois o tocaria mesmo se ninguém o lesse. É algo ingênuo e idealista, mas com Metallica e Slayer tendo recentemente lançado discos QUASE à moda antiga, não sabe o que fazer com o que sobrou disso; só sabe que não ganha o bastante pra virar fiel da Renascer nem da Universal. /// É tr00 a seu modo, pois se não traja ridículos moletons agarrados no saco escrotal, tampouco anacrônicos canos-altos brancos oitentistas (já anacrônicos em seus "áureos" tempos, por sinal), canaliza essa energia dispendendo boa parte de seu rendimento suado em cd's e dvd's originais, só que não por acreditar que isso ajuda as bandas, mas por fetichismo por entrelinhas e rodapés em encartes e contracapas.


































não sou exatamente um fã do Tonico Martins, mas gosto muito do healess cross, tyr. Forbidden é proibitivo mesmo, mas mesmo esses albuns que curto só fui ouvir p minha conta mesmo, a que a idéia geral, como vc bem escreveu, Txutxuca, é que eram ruins p causa do vocal. Não o são.
E fiz isso c alguns discos que hoje eu adoro, indo pela idéia de todo mundo e por ouvir falar e/ou ler(mau), sobre; discos como The Elder do kiss, Metal Heart do Accept, Ultimate Sin do Ozzy e muitos outros.
Hoje eu corro atras de muita sonzeira e ou artistas que todo mundo detonava…
Aspecto muito bem levantado, francisco.
E que será motivo de futuras pautas por aqui (pretendo fazer desta toda uma série). Pois hoje percebemos que muitos dos “críticos” eram/são também FÃS que, portanto, se frustravam com os rumos tomados por suas bandas preferidas. E cometendo análises passionais, muito mais que técnicas.
O Vitáo Bonesso, que citei, é um desses baluartes: se alguém pegar TODAS as resenhas por ele perpetradas desde os 80`s sobre Deep Purple, Rainbow, Sabbath, é tudo disco nota 10, tudo futuro clássico. Depois as coisas não se mostram tanto assim.
Outra razão pra essa volubilidade é o FATO de muitas das resenhas serem baseadas em críticas dos veículos de fora, ou em releases de gravadora mesmo. Tenho uma Brigade antiga por aqui, dum artigo que ensina a ser crítico de música (salvo engano, assinado pelo Pomba), em que ele escancara o traduzir de releases gringos como uma modalidade praticada…
Na extinta revista Valhalla, li uma vez uma resenha sobre o Old Funeral, que depois fui descobrir por conta ser tradução do realease do álbum, na cara dura!
Mas revermos discos incensados ou criticados em demasia me parece um esporte dos que mais faz bem, né?
O Vitão colocou o Born Again c o Gillian como um disco imperdivel do dabbath. Eu gosto muito, mas é nota 8 (na minha humilde opinião), p mim, fica evdente no fanatismo que o Vitão tem pelo purple e pelo vocal do Ian Gillian. admito tbem que sou fanatico pelo material antigo de ambas as bandas!!! E a discografia mais nova de ambas( e toda turma das antigas) Não chega aos pés do material mais velho ainda que tenham bons discos e otimos momenos!!
Bem, qto ao seu ultimo paragrafo, concordo em genero, número e grau. realmente tem muito material bom que vale uma segunda chance, agora, coisas de bandas que adoro, como o Virtual XI, Asylun, forbidden nem com infintas chances dá p vir à gostar…
É, cara, e pegando o Vitão pra Cristo, vejo o cara como um órfão de Blackmore quando critica (no automático) o Blackmore`s Night, que pessoalmente acho bem legal. Mas é projeto completamente DIFERENTE e ousado (mesmo que sendo de música medieval adaptada), e aí não é rock, aí não é bom. É mesmo?
Outra banda que vejo muito vitimada pelos “críticos” acho o Motörhead. O que tem de nego órfão de “Ace Of Spades”… O tal Bento Araujo, além do Carlos Lopes (ex-Vândalo) simplesmente IGNORAM tudo o que a horda de Lemmy fez após “Another Perfect Day”, de 1983, no mais um disco que não é unânime nem entre os fãs xiitas.
E olha que os caras cometeram “1916″, “Bastards” e “Inferno” (esse último, nem tão ignorado), discos fodásticos…
Como falei, nao da p comparar com os velhos tempos, mas sempre tem alguma coisa bem legal. Another … é um disco que eu só fui curtir depois de um tempo por tudo isso que falamos, veja só! e 1916 eu acho excepcional p qquer epoca do Motorhead!!
O “March Ör Die” você curte? Porque é o OUTRO disco polêmico da horda de Lemmy.
gosto. se fosse dar uma nota dava um 7,5. mas txutxuca, motorhead é meio igual ac/dc, ramones p mim. quase sempre igual, mas sempre, pelo menos bom. regulares(no bom sentido!).
Pois então… perguntei não tanto pra saber sobre o álbum em questão, mas sobre o que se tornou clichê em se falando de Motörhead: isso do “sempre igual e sempre bom”.
Embora você tenha dito “quase sempre igual, mas sempre pelo menos bom ou regulares”. Não me recordo da resenha brigadiana da época, mas lembro que a receptividade ao “March Ör Die” foi ruim, por conta dos andamentos mais lentos, por conta da balada ruim (“I Ain’t No Nice Guy” eu acho de lascar!) e por conta da “Hellraiser” enquanto hit radiofônico (e, pra mim, superior à do Ozzy) e etc.
E aí, no “Bastards” (que é um álbum que retoma o peso cavalar, e pra mim, o melhor com a formação de duas guitarras) veio recepcionado como sendo igual. Por conta da “Born to Raise Hell” (hit radiofônico, mas não tão radiofônico quanto “Hellraiser”) e por conta da SUPOSTA BALADA “Don’t Let Daddy Kiss Me” (que quem ler a letra vai sacar não se tratar de balada DE JEITO NENHUM!). Não é igual: parece que os críticos ficam corridos com prazo de publicação e fazem resenhas meio por alto.
E aí, em se tratando de Motörhead, a partir do “Sacrifice” (muito bão, mas que acho inferior ao “Bastards”) seguinte, ligou-se o piloto automático de se falar que é sempre igual, mas sempre bom. Não é o caso: os caras cometeram álbuns sem inspiração (“Overnight Sensation” e “We Are Motörhead”, pro meu gosto) e álbuns excepcionais (como o “Inferno”), mas que são sempre tratados do mesmo modo superficial.
Parece perseguição até com o Vitão, mas lá no Thrash Com H na época em que o Motörhead lançou o chôcho “Motörizer”, flagrei ele cometendo resenha IDÊNTICA à que tinha cometido com o “Kiss Of Death” (bão) anterior. Tem gente que parece não se dar ao trabalho de ouvir os discos e vai preenchendo lauda pra publicar!
PS – ah, e o “March Ör Die” é álbum que gosto. Mas que APRENDI a gostar. Porque achava ele muito lento (ainda acho, mas acho legal)
Lento, mais PESADO. heavy metal é isso ai.
E o “Music From the Elder”, o que é, no fim das contas, fora decepção de crítico fã?
na discografia do Kiss ele realmente parece meio deslocado, mas, se vc olha-lo isoladamente eh um bom disco. Belas linhas vocais, baixo razoavelmente trablhado do gene e, nas faixas que tocou, ace mandou ver. ouca dark light e me fala daquele solo!!
no gera, eu gosto e tem belas musicas. claro, nem chega aos pes de obras como destroyer ou creatures, mas se ouvi-lo sem ideias pre-concebidas, da p se divertir um pouco com um, vamos dizer, hard progressivo.
E por tua descrição, cara, vou chegando à conclusão de a banda não ter enveredado por esse “hard progressivo” por não ter vendido, ou não ter sido bem recebido.
Que acho um tremendo aspecto pra discussão: quantas bandas tentaram mudanças pelo meio do caminho, e acabaram retomando o feijão com arroz de sempre pra não morrerem na praia?
Me ocorre o Iron Maiden duas vezes – na época do “Seventh Son Of A Seventh Son” e também na fase Blaze – e mesmo o Judas Priest, que experimentou (e não agradou) no “Turbo” e no “Ram It Down” (que eu curto), e aí voltaram com tudo – e QUE TUDO! – no “Painkiller”, né?
Exemplos outros devem haver, mas não me recordo de momento.
vamos ser honestos. fans de heavy metal são os mais conservadores que existem. reclamam da mesmice, rola uma coisa diferente, reclamam do mesmo jeito e pedem uma volta as “raizes”. turbo? painkiller. the elder? creatures. load, reload e st anger? death magnetic.
E as bandas, muitas, também o serem o são porque os fãs são conservadores, ou por gerarem fãs conservadores?
Tautologia Tostines de plantão.
Mr Freud, help us…
Cuma????????????
so freud explica…
surfing over the net the sony cam that i want to replace on my dslr. MUST think twice on this.