Ah, quanto da periculosidade do heavy metal nos últimos 10 a 15 anos não devemos aos nórdicos!… Aos finlandeses agorafóbicos, aos suecos aloprados e, sobretudo, aos noruegueses psicóticos e psicopatas.
Que às vezes, mais que com os sons e álbuns, causaram comoção e repulsa mundo afora com condutas edificantes tais quais: incendiar e profanar igrejas cristãs e cemitérios (e “Inner Circle“, pra mim, sempre foi coisa de horda – digo, banda – de reggae), assassinato de colegas/rivais de bandas, entre outras coisas envoltas em marketing macabro.
Falemos a verdade: não causa calafrios o suicídio do tal Dead ter virado capa de disco do Mayhem? Não proporciona ojeriza o racismo declarado dum Varg Vikernes da vida, que nem tentou aprender a tocar melhor enquanto ficou preso?
Coisa mais estranha o Mayhem ainda fazer show com integrantes se auto-mutilando ao vivo, ou metendo faca em cabeças de porco… Ou o tal Gorgoroth tendo tido dvd referente a show na Polônia, com mulherada pelada crucificada + encapuçada no palco, censurado.
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Entretanto, querem saber duma coisa? Tudo isso é tudo coisa de vendido. De cristão enrustido. De poser ridículo. De menininha mimada.
O vídeo abaixo é de horda mais antiga que todas as citadas e, se não exatamente mais blasfema, ao menos de mais culhão em perpetrar coisa desse calibre.
E sei lá se não também influenciador de arte de cd do Dimmu Borgir (vide encarte de “Death Cult Armaggedon”). Vejam:
Ah, e se você que começou a ver, viu de que se trata, trate de arrefecer alguma vergonha, alheia ou não, APENAS VENDO o vídeo: não precisa ouvir o som, beleza?
(que por aqui tem pouca gente que lê ou vê mesmo, e ninguém vai queimar teu filme te delatando pra nenhum tr00 da Galeria ahahah)
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Autor: txuca (132 Artigos)
Marco Txuca vem tocando o Thrash Com H já há uns anos e é meio autista, pois o tocaria mesmo se ninguém o lesse. É algo ingênuo e idealista, mas com Metallica e Slayer tendo recentemente lançado discos QUASE à moda antiga, não sabe o que fazer com o que sobrou disso; só sabe que não ganha o bastante pra virar fiel da Renascer nem da Universal. /// É tr00 a seu modo, pois se não traja ridículos moletons agarrados no saco escrotal, tampouco anacrônicos canos-altos brancos oitentistas (já anacrônicos em seus "áureos" tempos, por sinal), canaliza essa energia dispendendo boa parte de seu rendimento suado em cd's e dvd's originais, só que não por acreditar que isso ajuda as bandas, mas por fetichismo por entrelinhas e rodapés em encartes e contracapas.
Sou honesto em dizer; não gosto desse black metal que rola por ai.
Não entendo essa postura que algumas pessoas dizem, que se ligam apenas no som e não na postura. Errado! Se uma das minhas bandas prediletas, tipo o Iron, passasse a defender nazistas, eu nunca mais ouviria uma musica dos caras.
Moçada, se liga, o tal varg é um assassino confesso e racista. Comprar um cd dum cara desses é compactuar c o que o ser humano tem de mais abjeto. Agora, interessante que essa turma queima so igrejas cristãs, mas nem passam perto de uma mesquita… por que será?
Cara, você ouve Nile? Porque essa tua última dúvida o Karl Sanders levantou no encarte copioso do último deles, o “Those Whom the Gods Detest”!
De todo modo, é muito FÁCIL ser contra o deus dos cordeiros, dos humildes, dos tontos. Ser contra deus de homens-bomba e aiatolás ninguém se atreve. (Pra não aiatomá no rabo ahahah). E também não vende disco, não rende ibope.
E esse teu ponto de som versus postura, acho assunto interessantíssimo pra discussão. E que não tem fim. Pra mim, por exemplo, o Ted Nujent é abominável (embora tenha cometido por aqui 2 posts sobre o cara o elogiando na cruzada por ele feita contra os ecochatos), mas acho que consigo ouvir sons dele. O Zakk Wylde, que é farinha do mesmo saco, eu já abomino.
Assim como abomino o Ozzy por conta da esposa filha da puta dele. Enfim.
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Sobre o Varg Vikernes, que pouco conheço, a não ser me parecer tratar-se dum psicopata leitor de orelha de livro de Nietzsche que se acha artista, hoje mesmo lá em meu blog solo (www.thrashcomh.com.br)um miguxo me pedia pra fazer pauta sobre o ilustre e controveso palhaço triste.
Rhatto: agora é a deixa pra você chegar!