As barangas que se acham modelos devem estar de cabelos em pé: está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei que obriga imagens tratadas com Photoshop a virem com a advertência “Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada”. Continue lendo
O post é pra dialogar e revisitar post já quase antigo, do amigo Claudio, cometido em 20 de Janeiro último. Sobre o Philips Monsters Of Rock e as lembranças (boas) por ele suscitadas.
Num mero acaso, eis que descobri em minhas tralhas página da Folha De São Paulo de 1996, com resenhas a respeito do Monsters daquele ano em específico. Ano de Maiden com Blaze Baleya, de Sebastian Barbie servindo de alvo humano (ahahah), de Helloween abrindo pra Raimundos, entre outras tantas barbaridades.
Pura e deslavada cópia de texto alheio, pra ver se eu ainda sei ler e digitar ao mesmo tempo. Pois não me considero um saudosista ou nostálgico profundo desse festival, embora boas lembranças tenham ficado.
Que a Veja seja a revista de maior circulação do país e, portanto, a de mais leitores (será mesmo?), por muito tempo eu jamais entendi.
Até formar uma hipótese a respeito: sendo a maioria da população gente pouco crítica e conservadora, nada mais natural abundarem leitores que consumam OPINIÃO TRAVESTIDA DE INFORMAÇÃO, como faz a citada revista.
Questão de adequação de produto a seu público-alvo, enfim.
Não generalizo: até existem articulistas interessantes (e não o Diogo Mainardi) por ali, com espaços DE FATO dedicados a opinião. Aí tudo bem.
E nem me estenderei em recordar momentos sensacionalistas da revista, como o mais consagrado/recordado, daquela capa apelativa com o Cazuza de trocentos anos atrás: fico só na da morte da Cássia Eller, dada como ocorrida por overdose que, quando não confirmada, não deram nova capa retratando. (Se o fizeram, o foi em 3 ou 4 linhas nalguma página perdida). Continue lendo


































