VIDEOCLIPE DE METAL, CATSO!
O post é para dialogar com post do mês passado (de 9 de Fevereiro) do camarada Evander por aqui no Exílio Rock, que colocou vídeo do Grim Reaper como dos grandes videoclipes do estilo.
Quero contribuir com a idéia, na sugestão de que isso vire até alguma pauta recorrente: certamente todo mundo por aqui tem seu clipe de metal preferido, foderoso, portentoso, magnífico, injustiçado, o mais tr00 e etc.
O meu tudo isso, da vez, é “New Millenium Cyanide Christ”, do Meshuggah, xaropetas de carteirinha:
Porque adoro videoclipes desse naipe: baixo orçamento sem servir de desculpas para produções toscas e, não raro, pretensiosas. Falem a verdade: é um clipe que todos nós, por aqui, poderíamos ter feito. Uma câmera na mão, filmar o som umas 3 vezes pra daí editar, e a obra-prima se conclui!
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Observações argutas minhas, pra início de discussões, por ora:
1) a sincronia na dublagem dos sujeitos. Que Rock Band o quê!??!
2) o dizer satânico ali na beirada: “It Was Satans Watching!”. Inglês macarrônico do cacete!…
3) tenho montes de meias furadas no dedão aqui em casa, em gavetas. O que me dá uma tremenda ESPERANÇA de um dia ser um baterista muito melhor
4) o truque do tremendo drive na voz do maluquete gêmeo do Satriani: certamente, na gravação do disco (é do “Chaosfear” o som), o cara usou a mesma caneta vermelha. Tivesse usado uma azul, não teria ficado tão poderoso o vocal
5) o merchandising inconveniente “Purchase the album…” não aparecia da 1ª vez que vi isso. Coisa da gravadora
6) o requinte de, na última cena, aparecer a cara do gênio que filmou a bagaça. Talvez um roadie?
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Enfim. Os caras têm um outro vídeo xarope tanto quanto, “Terminal Illusions” (que passou uma vez ou duas no finado Fúria Metal), embora de execução não tão boa: trata dos caras, no estúdio de ensaio, filmando a si próprios – cada um munido de uma handcam - enquanto tocam (dublam?).
Videoclipe de Metal, catso!!!
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FUTEBOL ARTE
Meu 1º post sobre futebol.
E sem saber tanto o quão interessante por aqui é relembrar Copas do Mundo antigas. Ou se a memória de Copa do Mundo mais antiga por aqui seria a do tetra de 1994…
(a minha é a de 1982, a 1ª que assisti)
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De qualquer modo, o post é para falar duma Exposição de Futebol Arte acontecendo no canal ESPN Brasil nas próximas semanas. Para quem ainda não sabe, o canal comprou da Fifa 15 jogos antigos e os exibirá integralmente, renarrados.
Começou na última terça-feira, 2, com a final de 1970, bem legal, bem interessante e bem dada a comparações com a atualidade…
Chama atenção o quão MAIS LENTO era o jogo: nego parava a bola, coçava a cabeça, pensava pra onde mandaria, e daí fazia a jogada.
Chamou minha atenção Pelé chutando uma ou duas faltas pra arquibancada, o que não chega a desmistificar o posto de Rei, mas pra mim dá uma conotação HUMANA ao fenômeno, do qual todo mundo por aqui – certamente – apenas ouviu falar, ou conhece de ver filmes de melhores momentos.
Chamou atenção também o tal Jairzinho, artilheiro de 1970 fazendo 1 gol por partida, só ter comparecido na jogada de seu gol na partida. O resto do jogo, mal se fala ou se vê o cara…
Entre outras tantas considerações passíveis de discutirmos cá.
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Fora a final de 1970, serão exibidos ainda outros 14 jogos-chave, sempre às terças à noite, no canal 60 da Net, sempre às 21h.
A revista da tv a cabo lista outros 3 próximos:
# Holanda X Brasil em 1974, jogo memorável em que a Seleção Canarinho tomou uma PIABA dos holandeses ISO 9000. E que sucedeu a famigerada, lendária e fatídica arrogância do Zagallo, que dizia antes da partida que a Holanda é que deveria se preocupar com o Brasil, não o contrário…
Jogo que teve inclusive Luís Pereira expulso (talvez a única expulsão da carreira) e os brasileiros apelando e batendo nos laranjas como fossem uruguaios: talvez terem jogado de azul fosse uma explicação pra metamorfose eheh
Programado para passar dia 9, terça que vem.
# Argentina X Peru, em 1978, famigerado jogo em que poderemos ver os peruanos realmente fazendo corpo mole, resultado dalguma mala preta argentina, que ganharam a única Copa certamente COMPRADA. Dia 23.
# Brasil X Argentina, também da Copa milongueira da Argentina, em que garfaram o Brasil vergonhosamente (foi o jogo em que o juiz terminou a partida com a bola no ar, com Zico prestes a cabecear concluindo a gol? Não lembro bem, talvez fosse outra partida, da mesma Copa, isso…). Dia 30.
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Está anunciado também a re-transmissão doutro jogo memorável, o Brasil X Itália de 1982, Copa da Espanha, de lembrança ominosa e macabra pra todo mundo que testemunhou o episódio.
E que é pra mim o jogo mais aguardado. Quero desmistificar, ou ratificar de vez, alguns TRAUMAS DE INFÂNCIA.
Finalizo o post comemorando a iniciativa da ESPN Brasil em reexibir tais jogos, e lamentando a LAMA em que se encontra a tv aberta atualmente, que parece não ter tido qualquer interesse em revisitar a História.
Propaganda de cerveja com estrelas descartáveis atuais eles não deixarão de passar, entretanto…
Bah!
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(NO) ESCAPE TO THE VOID
Premissa básica deste post: o Sepultura sem o Max ñ existe.
(se quem lê discordar, melhor nem ler o resto)
Tentaram até existir, em vão: de minha parte, desisti no “Nation”, adquirido a 10 real usado, e que ainda penso mal ter valido 10 centavos.
Da parte da mídia metálica daqui, a paciência foi até grande: entretanto, parece-me que com os recentes conceituais – o do Inferno de Dante e o da Laranja Mecânica – vem resultando é algum respeito pela história e nome, que considerações mais interessadas. INDIFERENÇA, manjam?
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Mas o post mesmo é sobre o Andreas Beijador (vulgo Andreas Kisser) e os caminhos equivocados que vem percorrendo, sei lá se por falta de melhor orientação, ou se por equivocada presunção, ou por falta de vergonha na cara…
Já tinha uma certa birra de o cara ser meio nomeado ‘embaixador do metal brasuca’ por aqui. Por quem, hein?
Vi pocket show do Destrúcho no Blackmore com participação do cara; vi participação dele e do Derrick em show do Nuclear Assault, desnecessária e memoravelmente vergonha alheia. Mas tudo fazendo parte do metal, gostando-se ou não.
Daí o cara começa a tocar com monte de gente, algumas bastante escrotas e sem propósito: Paralamas Do Sucesso, Titãs, Sandy (essa, escrota), fora anunciada participação em novo disco de Chitãozinho e Chororó (ou Zezé Di Cu Amargo e Lombrigano, sei lá bem)…
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Não tenho nada com a vida de ninguém, nem sou headbanger tr00 patrulheiro, mas que merda ver sujeito queimando filme desse jeito. Será que acha que está promovendo a própria banda?
Também já tive DÓ: em achar que o cara, coitado, parou de estudar pra banda vingar, e agora teria que se virar pra pagar o leitinho das crianças. Mas que leitinho? Caso engano, a patroa do sujeito é de família rica: de gente dona do Estadão, ou coisa do tipo.
Então faz por hobby? Sei lá.
De qualquer modo, quando acha-se que o cara chega no fundo do poço, eis participação memorabilíssima recente:
Bão, fora conseguir posto na mídia majoritária de representante do rock – aquilo que telejornais por aí vez ou outra nomeiam ‘roqueiros’ – junto a Supla e Syang, alguém poderia me explicar o propósito disto acima?
Ou ninguém está mais é nem aí??
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EFEMÉRIDE
No mundo do metal, eis algo REALMENTE DIGNO de ser comemorado: os 40 anos, no último 13 de fevereiro, do lançamento disto aqui.
E do heavy metal em si.
Levanto a bola, no que infelizmente parece ter passado batido, a não ser por um camarada que ficou às moscas levantando o assunto no fórum (pessoas por ali parecem preferir discutir mulher pelada e ofídios de baixistas mascarados) e por um bom artigo whipláshico, que o link é:
http://whiplash.net/materias/db/102885-blacksabbath.html
Eu mesmo, lá no Thrash Com H (meu blog solo), falhei em postar a respeito no sábado último, por razões que eu mesmo desconheço (lapso funesto do caralho!) – ou será esse um aviso cósmico de que devo virar chicleteiro? – por isso, abordo o tema por aqui no Exílio Rock por uma perspectiva diferente.
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Perguntando:
1) “Black Sabbath” é, para você, a GÊNESE do heavy metal? Se não, qual é o verbo primevo em forma de vinil?
2) não fosse esse álbum, estaríamos fazendo o que por aqui?
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De minha parte, respondo:
1) pra mim, É. E Led Zeppelin de cu é rola!!
2) estaríamos, provavelmente, convivendo num site talvez chamado Exílio Pop Rock, ou então Exílio Moda De Viola.
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Porque torcer para “time pequeno”…
1)… é uma merda:
* nunca tem a camisa do teu time pra comprar em loja nenhuma. Geralmente, tem que ir 22 vezes no clube e ver quando é que vai chegar um lote pra vender pros torcedores;
* quando te perguntam “Pra que time você torce?” e vc responde, ninguém acredita ou então perguntam: “De onde é esse time?”;
* a porra do Playstation tem time até da terceira divisão turca, menos do seu time..(que se foda, nem gosto de video-game);
* em jogos contra times grandes, mesmo que teu time esteja na frente na pontuação, vão sempre gritar “ão, ão, ão, segunda divisão!”… Você vai ficar puto, vai pedir pros seus amigos responderem aos gritos junto com você.. Daí, você se dá conta que 18 pessoas não gritam tão alto como 5 mil…;
* em pleno século XXI, você fica lá, colado no radinho de pilha, comendo a unha até à cutícula, ouvindo aqueles narradores se esgoalarem até em tiro de meta, enquanto vc quase enfarta do outro lado, imaginando que o teu time não vai segurar aquele zero a zero fora de casa… Tv a cabo? Torcedor de time pequeno não sabe o que é isso.
* você aprende a rir da desgraça que é a vida quando, a grande contratação alardeada pela diretoria do seu clube, um garoto revelação do futebol alagoano de 1 metro e 30 cm., tropeça na bola pela sexta vez em 20 minutos e cai dentro do vestiário de cabeça..;
* o tio da cerveja não tem troco pra 10 reais pq “a freguesia tá baixa hoje no jogo, fio”. Daí, você bebe os 10 reais em cerveja pra não perder o troco, chega em casa meio passado e escuta a muié falando: “Foi encher o cu de cachaça ou assistir ao jogo?”
Só imbecil acha que o MP3 vai acabar com a indústria musical
Em julho de 2001, o polêmico Napster suspendeu a troca gratuita de arquivos MP3 através da internet. Iniciava-se aí uma polêmica que até hoje não acabou. Mas será que esse alvoroço todo tem fundamento? Ler o resto deste artigo »
A VIDA DE BRIAN
Brian Johnson, recém-consagrado pensador, e meu pensador favorito da semana passada, voltou a sê-lo.
Só que desta vez, pra eu discordar.
Muita gente por aqui deve lembrar que, prestes a chegar ao Brasil pra “Black Ice” tour, houve um fã-clube gringo que fez meio um manifesto meio petição meio intimação, pedindo à banda que mudasse um pouco os set-lists de shows, já que há muito alguns fãs (sobretudo os xiitas, que os seguem prum monte de lugares) estavam cansados de ver sempre as mesmas músicas…
O retorno do Rei.
Cada geração tem suas vantagens e desvantagens. Que o diga a de nossos pais, que afortunadamente viram Pelé e cia. jogarem, o nascimento e ascenção de bandas como Queen, Stones, Kiss, para citar só algumas. Pois quem estiver vivo e consciente nesse ano de 2010, irá testemunhar um fato que não acontece com muita frequência: o retorno de um Rei, de um mito, à sua corte. Mais precisamente falando, o retorno de Michael Schumacher, de 41 anos, à F-1. Mal comparando, é mais ou menos como assistir o retorno de Pelé ao futebol, ou de Michael Jordan ao basquete. Um evento que nós teremos o privilégio de presenciar. Ler o resto deste artigo »
Isso é que é vídeo-clipe de Metal, porra!
Grim Reaper – Fear no Evil – Clássico dos Clássicos!!!
Os caras chegam montados num tanque anfíbio anti-satânico com IPVA vencido (provavelmente desenvolvido pelas Forças Armadas do Brasil) num galpão onde, lá dentro, os headbangers estão todos acorrentados numa engenhoca, provavelmente moendo café. Os caras da banda invadem o galpão com cara de poucos amigos. Vão invadindo e quebrando as correntes dos metaleiros, como se fossem sindicalistas do heavy metal, libertando a maconheirada das garras sujas de patrões que não pagam 13o salário e/ou vale-transporte.
Não contentes por interromperem a linha de produção do Café Solúvel Grim Reaper, chamam pro pau o próprio patrão e o gerente do mesmo, um Monstrão com cabeça de Lobo (que, antes, tava descendo a chibata nos metalheads com produtividade comprovadamente menor). Os bangers, agora livres das correntes, ficam uriçados prevendo a treta que estava por iniciar. O guitarrista aponta a guitarra pro Lobão e os riffs vão arrebentando com o bicho… Os bangers vão à loucura.
Enquanto isso, a banda vai tocando o seu hino em louvor à classe operária headbanger. Como o bichão ficou só meio atordoado, o vocalista cata um paralelepípedo camarada e manda no meio da fuça do cabra. O bichão prancha de costas… Nessa hora, o Grim Reaper chefão já tava embucetado da vida. Só que ele arrega e se teletransporta sabe-se-lá-Deus pra onde… E a banda termina a música e o clipe.
Grim Reaper rules!!!
VÃ FILOSOFIA
Que bom que alguém de renome pronunciou-se sobre isso. Que é coisa que há muito tenho comigo mesmo, e aproveito o ensejo pra transformar em post aqui no Exílio Rock.
A declaração pra Reuters, citada no UOL, de Brian Johnson, do AC/DC, em matéria intitulada “Líder do AC/DC manda roqueiros pararem com sermões de caridade”.
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Que uma parte copio abaixo:
SYDNEY (Reuters Life!) – Os roqueiros anglo-australianos do AC/DC têm uma mensagem para os roqueiros decididos a fazer o bem: parem de pregar sermões ao público sobre doar dinheiro para caridade.
Em entrevista ao jornal australiano “The Daily Telegraph”, o vocalista da banda, Brian Johnson, disse que as pessoas não querem celebridades ricas, como Bob Geldof e Bono, lhes dizendo para pensarem em crianças morrendo de fome.
“Eu não fico mandando todo mundo dar dinheiro — nem todo o mundo pode”, disse Johnson, cuja banda recebeu o primeiro Grammy de seus 37 anos de carreira no último fim de semana — o de melhor performance de hard rock, pela canção “War Machine”.




























