VÃ FILOSOFIA

Que bom que alguém de renome pronunciou-se sobre isso. Que é coisa que há muito tenho comigo mesmo, e aproveito o ensejo pra transformar em post aqui no Exílio Rock.

A declaração pra Reuters, citada no UOL, de Brian Johnson, do AC/DC, em matéria intitulada “Líder do AC/DC manda roqueiros pararem com sermões de caridade”.

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Que uma parte copio abaixo:

SYDNEY (Reuters Life!) – Os roqueiros anglo-australianos do AC/DC têm uma mensagem para os roqueiros decididos a fazer o bem: parem de pregar sermões ao público sobre doar dinheiro para caridade.

Em entrevista ao jornal australiano “The Daily Telegraph”, o vocalista da banda, Brian Johnson, disse que as pessoas não querem celebridades ricas, como Bob Geldof e Bono, lhes dizendo para pensarem em crianças morrendo de fome.

“Eu não fico mandando todo mundo dar dinheiro — nem todo o mundo pode”, disse Johnson, cuja banda recebeu o primeiro Grammy de seus 37 anos de carreira no último fim de semana — o de melhor performance de hard rock, pela canção “War Machine”.

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Pelo amor de Deus, matem o Internet Explorer!

Lançado em 2001, ele ainda é usado por muita gente que tem preguiça ou simplesmente não sabe atualizar o navegador. Mas, pelo amor de Deus, já é hora de aposentar essa porcaria!!!! Ler o resto deste artigo »

JÁ DEU

Não sei o quanto se liga pra isso por aqui, mas aí vai…

Montes de notas sobre o Aerosmtv. Que lançariam trampo novo, que Steven Talarico caiu num palco tempos atrás, que o mesmo Tá-larico voltou pra clínica de reabilitação (e acho gente depois de velho, viciada, o ó do borogodó…), e que o Talarico estava fora da banda. Depois não estava. Daí estava, sim.

E daí, quem é que liga?

O mundo precisa de mais um álbum ou de mais uma turnê do Aerosmtv?

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Torcedor de futebol: como fazer de seu domingo um dia mais ordinário…

Baseado em fatos reais (ocorrido num domingo, dia 29 de março):

1) Acorde no domingo, às 6 da manhã, pra fazer o café. Em estado semi-catatônico, derrube o pote de café inteiro no chão de porcelanato (quanto mais limpa, mais suja)

2) Acorde a família às 7 hrs e conclua que mesmo uma criança de 2 anos, já sabe o que é mal-humor.

3) Arrume a mochila e coloque-se na estrada a caminho de uma cidade à 100 km de onde vc mora. Sem ver um guarda rodoviário federal escondido atrás de um arbusto com o radar móvel na mão, vc observa em pânico que está a 110 km numa estrada de 80 km de limite de velocidade. Obviamente, não adiantou eu brecar. Obviamente, nem contei pra patroa o que estava acontecendo;

4) Deixe a patroa na casa de amigos de longa data e escute, como se vc tivesse 5 anos, todos os cuidados que vc tem que tomar pra não se estrepar no estádio vizinho. Após o sermão, sem pensar na consequência, despeça-se com a frase: “Valeu, mãe! Vou me cuidar…”. Desvie do tamanco arremessado.

5) Chegue no estádio do adversário e escute gracinhas do tipo “O América ainda tem torcida”? Segure o ímpeto e não diga “tem sim, tua mãe inclusive fez chupeta pra todos eles ontem”

6) Entre no estádio da Linense e, aterrorizado, observe que o espaço reservado pra gente: a) não tem banheiro; b) não tem bar; c) não tem pra onde correr, caso dê treta; d) o porteiro tem cara de debilóide;

7) Aterrorizado, vc vê o seu time em campo como se tivesse acabado de sair de uma feijoada na noite de sábado e, sem dormir, foram da balada direto pro jogo (começou às 10 da manhã).

8 ) Tudo aquilo que vc mais abomina num time está lá dentro de campo, escancarado pra todo mundo ver: preguiça, falta de preparo físico, pouca vergonha na cara, vontade de dar o cu prum jegue, etc…

9) Reze um terço torcendo pro juiz acabar o primeiro tempo enquanto ainda está 1×0.

10) Reze um terço torcendo pro juiz acabar o segundo tempo enquanto ainda está 3×0.

11) Observe feliz que o resultado ficou barato (7×0 ia ficar de bom tamanho).

12) Pergunte pra tia na saída do estádio quanto está uma latinha de Crystal e, aterroziado, veja que em Lins a Crystal tem status de Eldinger em pub de jazz: ela custa 3 reais. Paguei e tomei de raiva.

13) Pra terminar, aguente um camarada de longa data, torcedor do Linense doente, te atazanando a tarde inteira por ainda “estar invicto” contra o América (ganhou os 3 jogos desde que nos conhecemos). Note que enfiar um cubo de gelo no rabo dele só o deixa mais feliz por ver o quão emputecido eu estava.

14) Volte pra casa e, atirando de vez as esperanças no ralo, observe a seleção brasileira jogando ainda mais retrancado que o América contra o Equador em Quito.

Eu e meu amigo Rodrigo "Barão"

Prometi pra mim mesmo que não piso mais em um estádio de futebol….  até o próximo domingo!

Desenterrando

Salve! Aqui começa a nova seção “Desenterrando”, na qual falarei sobre um disco antigo que, em algum momento, fez parte da minha vida.  A honra de abrir o festival de nostalgia cabe ao play “Utopia Banished”, da banda inglesa de death/grind Napalm Death.

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TED JUST ADMIT IT, II

Ninguém perguntou – e, na verdade, ninguém sabia que haveria uma “parte 2″ – mas eis q retomo o post de 3 semanas atrás, sobre (nova) declaração politicamente incorreta do Ted Nugent, que partiu pra cima de Pamela Anderson e Paul McCartney, defensores ecológicos ferrenhos.

Ninguém por aqui comentou coisa alguma a respeito, num indício que detecto como de desaprovação, ou então, de indiferença à polêmica lançada.

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Pois bem: saibam q eu achei DO CARALHO as declarações!

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Philips Monsters of Rock: Momentos Eternos

O "modesto" cast da edição de 1998 do Monsters.

1998. Era ano de eleição para presidente, onde FHC acabou se reelegendo. Ano de Copa do Mundo também, onde a Seleção Brasileira teve um desfecho trágico, tomando um verdadeiro sacode da França na Final. Mas, se para os lados do futebol as coisas não iam bem, para os fâs de rock n´ roll tudo era motivo de festa, afinal, a quarta edição do festival “Philips Monsters of Rock” estava confirmada para o dia 27 de setembro, no Ibirapuera.

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Documentários: porque, afinal, quem é que não gosta de um bom “causo”?

Desde que os dinossauros viraram petróleo e nós, seres-humanos, tomamos conta dessa bagaça, é inerente à nossa raça o gosto por uma boa história.  Desde aquelas contadas por nossos pais até alguma aula mais inspirada de algum professor de estudos sociais no primeiro grau,  ninguém pode negar:  quando o enredo é bom, não tem quem não fique com a “orelha em pé”.

No mundo da música a coisa não é diferente.  Roqueiro pode até fazer pose de fodão mas, mesmo que lá no fundo, ele tem uma “comadre fofoqueira” dentro de si.   Ele também gosta de um bom “causo”, de histórias de tretas épicas, de pessoas que beijaram o fundo do poço e que deram a volta por cima…

Colocadas essas peças do quebra-cabeças sobre a mesa, fica fácil entendermos o porque do sucesso e da redescoberta de um filão que tem história recente dento da música e que ficou anos inexplorado: o dos documentários.

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1993, um ano de glória para Ayrton Senna

Em Adelaide, a reconcilação entre dois gênios.

Não é a função desse post discutir as qualidades do piloto brasileiro Ayrton Senna, pois qualquer pessoa que  já o tenha visto correr  está ciente há muito tempo. Tampouco debater se ele foi ou não melhor do que Nelson Piquet, Michael Schumacher ou Alain Prost. São todos grandes pilotos, cada qual genial a sua maneira. Falarei aqui sobre a temporada de 1993, onde Senna teve, talvez, as maiores performances de sua carreira. Não levou o título, mas guiou como nunca. Ler o resto deste artigo »

Judas Priest: Ainda capaz de inovar

Para muitos, a saída de Halford do Judas Priest no início dos anos 90 foi um símbolo de que as coisas estariam mudando para os lados do rock pesado. Mais ou menos no mesmo período, o mundo viu Bruce Dickinson se despedir do Iron Maiden, Vince Neil cortar laços com seus companheiros de Motley Crue e a explosão do grunge. É, as coisas estavam mesmo mudando….

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